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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Paulo Pereira da Silva
Vamos fazer greve para reduzir a jornada semanal
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Paulo Pereira da Silva
A unidade e a determinação das centrais sindicais (Força Sindical, CTB, CUT, NCST, UGT, CGTB) vão puxar novamente a luta pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, sem redução salarial.
Acreditamos que algumas categorias de trabalhadores, as mais organizadas e com mais tradição de lutas, vão comandar o processo, como historicamente ocorre na luta sindical e que culminou com a diminuição gradativa do tempo de trabalho de 48 horas para 44 horas semanais.
Mas precisamos aumentar muito a pressão para que a Câmara dos Deputados coloque a PEC 231/95, que trata do tempo de trabalho, em votação. Devemos pegar fábrica por fábrica, empresa por empresa, e fazer uma onda de greves para depois negociar a redução da jornada.
Além disso, os trabalhadores têm que promover passeatas, manifestações e atos públicos para ganhar a população para a sua proposta e deixar os políticos preocupados com a mobilização sindical. É que, como todos sabemos, os parlamentares se declaram a favor do benefício, mas alguns trabalham nos bastidores para impedir que o projeto vá a votação em plenário.
É importante destacar ainda que um terço do Senado e quase a metade dos deputados federais são empresários, enquanto os trabalhadores têm 53 parlamentares na Câmara e quase ninguém no Senado.
Portanto, companheiras e companheiros, se quisermos alcançar os objetivos propostos, teremos de entrar 2010 nas ruas fazendo pressão, parando empresas e fábricas e deflagrando manifestações de protesto.
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho
Presidente da Força Sindical e Deputado Federal – PDT/SP





























