JurunaCrédito: Jaélcio Santana

Secretário-Geral da Força Sindical e 2º Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, João Carlos Gonçalves, o Juruna, nasceu em São Vicente, estado de São Paulo, em 1953. Seus pais, de origem rural, trabalhavam nas plantações de banana, no Vale da Ribeira, quando se mudaram para São Vicente.

Seu pai deixou a lavoura e passou a trabalhar como ferroviário. Juruna trabalhou como petroleiro de 1973 a 1975, na refinaria da Petrobrás em Cubatão, quando pediu demissão para assumir a direção nacional da Juventude Operária Católica (JOC), de 1976 a 1979, desenvolvendo trabalho de organização e formação política de jovens trabalhadores, percorrendo o Brasil durante este período.

Mudou-se para São Paulo em 1979, passando a exercer a função de inspetor de qualidade no setor metalúrgico e participando da Pastoral Operária. Trabalhou na Semikron, Indústrias Villares e Frigor, na região de Santo Amaro. Foi eleito representante dos trabalhadores destas empresas nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas). Neste período, de 79 a 83, participou das negociações coletivas da categoria como membro das comissões de salário, representando a região Sul, e organizando as mobilizações e greves da categoria metalúrgica e da greve geral realizada em 1983.

Foi diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo de 1984 a 1987. Em 1985, participou do comando da campanha salarial unificada do final do ano, reunindo todos os sindicatos filiados a diversas centrais sindicais. Com a greve unificada, os sindicatos conseguiram a redução da jornada de trabalho de 48 para 44 horas. Voltou à direção do Sindicato em 1993. Em agosto de 1997, no 3º Congresso da Força Sindical, foi eleito para a Executiva Nacional da central, como secretário-geral.

Juruna foi presidente do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) e cursou sociologia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Em dezembro de 2004, foi eleito 2º Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região, com 96,2% dos votos.

Em 2008 foi reeleito diretor do Sindicato dos Metalúrgicos SP, no cargo de 2º Vice-presidente. No 6º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado em julho de 2009, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, Juruna foi reeleito Secretário-Geral da central.

Entre outubro de 2016 e maio de 2017, Juruna integrou o Conselho do presidente da República, Michel Temer, que tem tem papel essencial na formulação de políticas públicas.

Em 2016 foi reeleito diretor do Sindicato dos Metalúrgicos SP, no cargo de 2º Vice-presidente. No 8º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado entre os dias 12 e 14 de junho de 2017, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, Juruna foi reeleito Secretário-Geral da Central.

JurunaCrédito: Jaélcio Santana

Secretário-Geral da Força Sindical e 2º Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, João Carlos Gonçalves, o Juruna, nasceu em São Vicente, estado de São Paulo, em 1953. Seus pais, de origem rural, trabalhavam nas plantações de banana, no Vale da Ribeira, quando se mudaram para São Vicente.

Seu pai deixou a lavoura e passou a trabalhar como ferroviário. Juruna trabalhou como petroleiro de 1973 a 1975, na refinaria da Petrobrás em Cubatão, quando pediu demissão para assumir a direção nacional da Juventude Operária Católica (JOC), de 1976 a 1979, desenvolvendo trabalho de organização e formação política de jovens trabalhadores, percorrendo o Brasil durante este período.

Mudou-se para São Paulo em 1979, passando a exercer a função de inspetor de qualidade no setor metalúrgico e participando da Pastoral Operária. Trabalhou na Semikron, Indústrias Villares e Frigor, na região de Santo Amaro. Foi eleito representante dos trabalhadores destas empresas nas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas). Neste período, de 79 a 83, participou das negociações coletivas da categoria como membro das comissões de salário, representando a região Sul, e organizando as mobilizações e greves da categoria metalúrgica e da greve geral realizada em 1983.

Foi diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo de 1984 a 1987. Em 1985, participou do comando da campanha salarial unificada do final do ano, reunindo todos os sindicatos filiados a diversas centrais sindicais. Com a greve unificada, os sindicatos conseguiram a redução da jornada de trabalho de 48 para 44 horas. Voltou à direção do Sindicato em 1993. Em agosto de 1997, no 3º Congresso da Força Sindical, foi eleito para a Executiva Nacional da central, como secretário-geral.

Juruna foi presidente do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) e cursou sociologia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Em dezembro de 2004, foi eleito 2º Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região, com 96,2% dos votos.

Em 2008 foi reeleito diretor do Sindicato dos Metalúrgicos SP, no cargo de 2º Vice-presidente. No 6º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado em julho de 2009, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, Juruna foi reeleito Secretário-Geral da central.

Entre outubro de 2016 e maio de 2017, Juruna integrou o Conselho do presidente da República, Michel Temer, que tem tem papel essencial na formulação de políticas públicas.

Em 2016 foi reeleito diretor do Sindicato dos Metalúrgicos SP, no cargo de 2º Vice-presidente. No 8º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado entre os dias 12 e 14 de junho de 2017, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, Juruna foi reeleito Secretário-Geral da Central.