O número de greves no Brasil em 2019 atingiu a marca de 1.118, destas 921 (82,4%) tinham caráter defensivo, ou seja, ocorreram pela manutenção das condições de trabalho vigentes, pelo respeito a condições mínimas de trabalho, saúde e segurança ou contra o descumprimento de direitos. Os dados fazem parte de levantamento feito pelo Dieese.
Metalúrgicos de OsascoCrédito: Sindicato

De acordo com o acompanhamento do Dieese, mais da metade das paralisações (53%) referia-se a descumprimento de direitos e pouco menos da metade (46%), à manutenção de condições vigentes.

Entre as reivindicações dos trabalhadores em greve, as mais constantes são por pagamento de vencimentos em atraso (salário, férias, 13º e vale salarial), com 43% do total. Em seguida, presentes em 34% das greves, está a exigência de reajuste nos salários e nos pisos salariais.

O acompanhamento é feito pelo Dieese desde meados dos anos 1980. Em 2000, o Dieese registrou 525 greves. Acesse aqui a pesquisa completa.

Metalúrgicos de OsascoCrédito: Sindicato

De acordo com o acompanhamento do Dieese, mais da metade das paralisações (53%) referia-se a descumprimento de direitos e pouco menos da metade (46%), à manutenção de condições vigentes.

Entre as reivindicações dos trabalhadores em greve, as mais constantes são por pagamento de vencimentos em atraso (salário, férias, 13º e vale salarial), com 43% do total. Em seguida, presentes em 34% das greves, está a exigência de reajuste nos salários e nos pisos salariais.

O acompanhamento é feito pelo Dieese desde meados dos anos 1980. Em 2000, o Dieese registrou 525 greves. Acesse aqui a pesquisa completa.