As Centrais Sindicais Força, CUT, UGT, CSB, CGTB, Nova Central e Conlutas realizaram na manhã de quinta-feira (21) manifestação em defesa dos trabalhadores da Ford em frente às concessionárias revendedoras de veículos da montadora. Em São Paulo, o ato foi realizado na loja Sonnervig, na Avenida Ricardo Jafet.
ford_ato_adonisCrédito: Adonis Guerra - Fotos Públicas

Os manifestantes fecharam quatro das cinco faixas da via. Com caminhão de som, bandeiras, faixas e gritos de ordem, os sindicalistas demonstraram solidariedade aos funcionários da empresa que perderão seus empregos nas plantas. "Nossa luta não pode parar, tendo em vista que a decisão da Ford de encerrar suas atividades no país vai aumentar ainda mais a tragédia social que o Brasil atravessa causada pelas persistentes crise econômica e pandemia do coronavírus", alerta Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

De acordo com estudo do Dieese, o encerramento das atividades da montadora no País impactará em cerca de 119 mil empregos diretos e indiretos.

O sindicalista ressalta que a atuação do movimento sindical é fundamental neste momento para organizar, mobilizar, resistir, enfrentar, propor e dialogar em torno de um projeto nacional de desenvolvimento. "Devemos debater e propor medidas para a geração de empregos de qualidade e de crescimento da renda do trabalho."

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Os manifestantes fecharam quatro das cinco faixas da via. Com caminhão de som, bandeiras, faixas e gritos de ordem, os sindicalistas demonstraram solidariedade aos funcionários da empresa que perderão seus empregos nas plantas. "Nossa luta não pode parar, tendo em vista que a decisão da Ford de encerrar suas atividades no país vai aumentar ainda mais a tragédia social que o Brasil atravessa causada pelas persistentes crise econômica e pandemia do coronavírus", alerta Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

De acordo com estudo do Dieese, o encerramento das atividades da montadora no País impactará em cerca de 119 mil empregos diretos e indiretos.

O sindicalista ressalta que a atuação do movimento sindical é fundamental neste momento para organizar, mobilizar, resistir, enfrentar, propor e dialogar em torno de um projeto nacional de desenvolvimento. "Devemos debater e propor medidas para a geração de empregos de qualidade e de crescimento da renda do trabalho."