Setores do capital pressionam pelo fim da quarentena. O sindicalismo pensa diferente e defende a continuidade do isolamento social. Mas há setores produtivos que, de um modo ou de outro, retomarão as atividades, ainda que parcialmente.
cabecaCrédito: Arquivo

Até porque, no final da tarde do sábado, dia 30, já havia 498 mil brasileiros contaminados. E o Brasil já era o terceiro no mundo com maior número de mortos pelo coronavírus. O governo federal é omisso e em nada ajuda.

É preciso, portanto, regulamentar e organizar qualquer tipo de retomada. Ela deve ser feita de forma organizada, para que a saúde dos trabalhadores seja preservada.

Essa é a opinião do vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, Josinaldo José de Barros (Cabeça). O dirigente comenta: “A empresa precisa adotar todos os procedimentos sanitários, assim como higienizar espaços, maquinários e ferramentas”.

Segundo Cabeça, os cuidados devem ser da hora da entrada ao momento da saída e também durante o transporte. Ele diz: “Todo mundo põe o dedo no cartão de ponto. Isso deve ser feito com cautela, com álcool gel para todos”.

O sindicalista também fala de máquinas e ferramentas. “A empresa precisa higienizar o maquinário. E as ferramentas, que são utilizadas por pessoas ou grupos, devem ser limpas com regularidade, pra que não virem meio de transmissão do coronavírus”, alerta.

Todo o ambiente fabril deve se adaptar à nova realidade imposta pela Covid-19. O Sindicato de Guarulhos, importante centro industrial na Grande São Paulo, defende que sejam adotadas normas de higiene da mesma forma que já se adotam medidas contra acidentes de trabalho.

Trajeto – O que preocupa é também o trajeto. Cabeça comenta: “Desde a hora em que sai de casa até o momento em que põe o pé dentro da fábrica, a pessoa vai ter que ficar muito atenta”. As Prefeituras precisam colaborar, com a higienização dos ônibus, dos pontos e dos terminais.

Para o dirigente metalúrgico, empresários, sindicalistas e poder público deveriam definir protocolos. “Afinal, estamos falando de saúde pública. Ou seja, da saúde e da vida do público, das pessoas, de todos nós”.

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Até porque, no final da tarde do sábado, dia 30, já havia 498 mil brasileiros contaminados. E o Brasil já era o terceiro no mundo com maior número de mortos pelo coronavírus. O governo federal é omisso e em nada ajuda.

É preciso, portanto, regulamentar e organizar qualquer tipo de retomada. Ela deve ser feita de forma organizada, para que a saúde dos trabalhadores seja preservada.

Essa é a opinião do vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, Josinaldo José de Barros (Cabeça). O dirigente comenta: “A empresa precisa adotar todos os procedimentos sanitários, assim como higienizar espaços, maquinários e ferramentas”.

Segundo Cabeça, os cuidados devem ser da hora da entrada ao momento da saída e também durante o transporte. Ele diz: “Todo mundo põe o dedo no cartão de ponto. Isso deve ser feito com cautela, com álcool gel para todos”.

O sindicalista também fala de máquinas e ferramentas. “A empresa precisa higienizar o maquinário. E as ferramentas, que são utilizadas por pessoas ou grupos, devem ser limpas com regularidade, pra que não virem meio de transmissão do coronavírus”, alerta.

Todo o ambiente fabril deve se adaptar à nova realidade imposta pela Covid-19. O Sindicato de Guarulhos, importante centro industrial na Grande São Paulo, defende que sejam adotadas normas de higiene da mesma forma que já se adotam medidas contra acidentes de trabalho.

Trajeto – O que preocupa é também o trajeto. Cabeça comenta: “Desde a hora em que sai de casa até o momento em que põe o pé dentro da fábrica, a pessoa vai ter que ficar muito atenta”. As Prefeituras precisam colaborar, com a higienização dos ônibus, dos pontos e dos terminais.

Para o dirigente metalúrgico, empresários, sindicalistas e poder público deveriam definir protocolos. “Afinal, estamos falando de saúde pública. Ou seja, da saúde e da vida do público, das pessoas, de todos nós”.