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Força Sindical realiza reunião para organizar 28 de abril
segunda-feira, 30 de março de 2026
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A Força Sindical realizou, nesta segunda-feira (30), uma reunião nacional sobre segurança no trabalho e ações do 28 de abril, mobilizando entidades para prevenção e fiscalização

Força Sindical realiza reunião para organizar 28 de abril
A Força Sindical convocou dirigentes estaduais para reunião nacional sobre segurança no trabalho, marcada para 30 de março, em formato híbrido, em São Paulo capital.
O encontro integra as ações do 28 de abril, Dia em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho, que promove reflexão, prevenção e fiscalização ampla.
O secretário de Saúde e Segurança do Trabalho da Força Sindical, Luiz Carlos de Oliveira (Luizinho), ressalta que a ideia é organizar e alinhar as ações para o dia 28 de abril, que é uma data de memória às vítimas de acidentes de trabalho.
“Mais do que um evento pontual, queremos transformar esse momento em um processo nacional de mobilização”, disse Luizinho.
O sindicalistas ressalta que a proposta que não é realizar atos apenas em São Paulo, mas que todas as Estaduais organizem atos semelhantes.
“Queremos ampliar o alcance dessa pauta e fortalecer a conscientização em todo o país”, defendeu o dirigente sindical.
Luizinho disse que em São Paulo, por exemplo, serão realizadas duas atividades importantes. No dia 26 de abril, junto com outras centrais, a Força Sindical vai participar de um ato na Praça Vladimir Herzog.
E, no próprio dia 28, realizaremos um evento específico na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi. Ele ressaltou que o convite se estende a todos os sindicatos filiados da capital e região para participarem desse ato.
“A ideia que essas entidades levem cipeiros, técnicos de segurança e dirigentes sindicais, neste ato. Essa é uma oportunidade estratégica para ampliar o debate sobre saúde e segurança no trabalho”, destacou.
Além disso, Luizinho reforçou que o movimento sindical tem pautas urgentes em debate, como a questão dos riscos psicossociais na NR-1, que ainda precisa entrar em vigor de forma efetiva. “Precisamos aproveitar esse momento para fortalecer o debate e pressionar por avanços concretos”, disse.



























