As Centrais Sindicais - CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Pública e CGTB, de forma unitária realizaram, neste sábado (1º de maio), ato do Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, em formato de live, através dos sites, redes sociais e canais no Youtube das centrais sindicais e suas entidades filiadas.
 
1 de maio unitário
A Live em Defesa da Vida, do Emprego e Vacina para todos, contou com a participação de diversos políticos, entre os quais, os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) participarão da live. Também estarão no ato, Guilherme Boulos (PSOL), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), Ciro Gomes (PDT), Manuela D’Ávilla (PC do B), Iago Campos, presidente da UNE; João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST e representante da Frente Brasil Popular. VEJA A LIVE NA ÍNTEGRA
 
Live das centrais no 1º de maio mobilizou por vida, vacina e emprego
Líderes e presidentes de partidos que apoiam a luta das centrais sindicais pela vacina e auxílio emergencial de R$ 600,00 também participaram do ato, entre eles, o deputado federal Paulinho da Força (presidente nacional do Solidariedade), a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT), os deputados federais Alessandro Molon PSB e Luiz Carlos Motta (PL), deputado federal Baleia Rossi (presidente nacional do MDB), Juliano Medeiros (presidente Nacional do PSOL), Carlos Lupi (presidente nacional do PDT) e Luciana Santos (presidenta Nacional PCdoB).
 
Milhares de pessoas assistiram, através das redes sociais das entidades sindicais, shows, mensagens de lideranças partidárias e religiosas, entidades internacionais, mensagem aos trabalhadores. "Apesar da pandemia, conseguimos levar nossa mensagem de luta e esperança aos trabalhadores. Ressaltamos nossa luta por auxílio emergencial de 600 reais, mais empregos e renda", afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.
miguel 1 de maio
CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O PRONUNCIAMENTO DE MIGUEL TORRES
 
Miguel ressaltou, em seu pronunciamento durante a live, a importancia do movimento sindical na luta pelo auxilio emergencial de R$ 600 reais. O presidente da Força Sindical agradeceu a luta dos prefeitos e governadores que enfrentaram o governo federal e sofreram perseguição política e ameaças. "A mobilização do movimento sindical é fundamental para que o Congresso vote e aprove a MP do Auxílio de R$ 600", defendeu Torres.
 
Este é o terceiro 1º de Maio unitário realizado pelas centrais sindicais – o primeiro, presencial, foi em 2019 - e o segundo consecutivo em formato virtual, em respeito ao isolamento necessário ao controle da propagação do Coronavírus. "As centrais sindicais deram, mais uma vez, um exemplo de unidade e solidariedade neste 1º de Maio", destaca o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna.
 
Os presidentes das centrais publicaram um artigo unitário, no jornal Folha SP, alertando sobre diversas questões, entre elas a ameaça constante à democracia por parte de Bolsonaro. "É preciso reunir os mais amplos setores democráticos para impedir a instalação de uma ditadura no país", alertaram os sindicalistas, também durante a live e, ressaltaram também que "trata-se de um dia de celebração sim, mas também de uma data para reafirmar a necessidade constante de luta e de resistência por um Brasil mais justo e digno".

 

 
1 de maio unitário
A Live em Defesa da Vida, do Emprego e Vacina para todos, contou com a participação de diversos políticos, entre os quais, os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) participarão da live. Também estarão no ato, Guilherme Boulos (PSOL), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), Ciro Gomes (PDT), Manuela D’Ávilla (PC do B), Iago Campos, presidente da UNE; João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST e representante da Frente Brasil Popular. VEJA A LIVE NA ÍNTEGRA
 
Live das centrais no 1º de maio mobilizou por vida, vacina e emprego
Líderes e presidentes de partidos que apoiam a luta das centrais sindicais pela vacina e auxílio emergencial de R$ 600,00 também participaram do ato, entre eles, o deputado federal Paulinho da Força (presidente nacional do Solidariedade), a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT), os deputados federais Alessandro Molon PSB e Luiz Carlos Motta (PL), deputado federal Baleia Rossi (presidente nacional do MDB), Juliano Medeiros (presidente Nacional do PSOL), Carlos Lupi (presidente nacional do PDT) e Luciana Santos (presidenta Nacional PCdoB).
 
Milhares de pessoas assistiram, através das redes sociais das entidades sindicais, shows, mensagens de lideranças partidárias e religiosas, entidades internacionais, mensagem aos trabalhadores. "Apesar da pandemia, conseguimos levar nossa mensagem de luta e esperança aos trabalhadores. Ressaltamos nossa luta por auxílio emergencial de 600 reais, mais empregos e renda", afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.
miguel 1 de maio
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Miguel ressaltou, em seu pronunciamento durante a live, a importancia do movimento sindical na luta pelo auxilio emergencial de R$ 600 reais. O presidente da Força Sindical agradeceu a luta dos prefeitos e governadores que enfrentaram o governo federal e sofreram perseguição política e ameaças. "A mobilização do movimento sindical é fundamental para que o Congresso vote e aprove a MP do Auxílio de R$ 600", defendeu Torres.
 
Este é o terceiro 1º de Maio unitário realizado pelas centrais sindicais – o primeiro, presencial, foi em 2019 - e o segundo consecutivo em formato virtual, em respeito ao isolamento necessário ao controle da propagação do Coronavírus. "As centrais sindicais deram, mais uma vez, um exemplo de unidade e solidariedade neste 1º de Maio", destaca o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna.
 
Os presidentes das centrais publicaram um artigo unitário, no jornal Folha SP, alertando sobre diversas questões, entre elas a ameaça constante à democracia por parte de Bolsonaro. "É preciso reunir os mais amplos setores democráticos para impedir a instalação de uma ditadura no país", alertaram os sindicalistas, também durante a live e, ressaltaram também que "trata-se de um dia de celebração sim, mas também de uma data para reafirmar a necessidade constante de luta e de resistência por um Brasil mais justo e digno".