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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
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Mais de 600 mil metalúrgicos têm salário reajustado em janeiro
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
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Crédito: Arquivo |
Como nos anos anteriores, a negociação que resultou no reajuste salarial da categoria, com data-base em novembro, foi coordenada pela Federação, presidida por Eliseu Silva Costa. O dirigente avalia: “Foi uma campanha difícil, diante da atual situação política e econômica do País. Mas conquistamos um bom acordo”.
Segundo ele, a meta agora pra 2020 será avançar nas conquistas. “Neste ano, o objetivo é garantir avanços em pautas específicas para todos os companheiros, de pequenas e grandes empresas. Participação nos Lucros e/ou Resultados, cesta básica e café da manhã são benefícios que fazem a diferença pra melhor na vida do trabalhador”.
Sindicalização – Eliseu destaca que o desafio nos próximos meses será a aproximação com a base. “O mercado de trabalho é composto por muitos jovens, que ainda desconhecem o papel do Sindicato. Por isso, temos que intensificar as campanhas de sindicalização e mostrar que, sem o Sindicato, o trabalhador está desprotegido. E esse é um trabalho contínuo”, diz.
O presidente do Sindicato de Guarulhos, José Pereira dos Santos, comenta: “A conjuntura de recessão, forte desemprego e ataques pelo governo complicou demais a negociação coletiva. Por isso, nos concentramos em buscar o possível em termos econômicos e preservar os direitos da Convenção Coletiva de Trabalho”.
Fábricas – Dois grupos patronais não negociaram na campanha. A saída das entidades foi buscar acordo coletivo por empresa. A mobilização, em todo o Estado, deu certo e, por meio de pressão ou paralisações, os acordos foram sendo firmados, um a um.





























