Após várias rodadas de negociações, o Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região mobilizou greve na Carnevalli, em Cumbica, e conquistou a Participação nos Lucros e/ou Resultados para os trabalhadores da empresa. Todas as propostas anteriores à mobilização foram recusadas por unanimidade. A empresa se mostrou intransigente, o que levou à paralisação terminada vitoriosa para os funcionários.
greve-carnevalli
Quem conduziu a mobilização foi o secretário-geral da entidade, Pedro Pereira da Silva (Zóião), acompanhado dos diretores José João da Silva (Jau), José Dilton Braga (Vanuza) e Raquel de Jesus.
 
Zóião explica que a empresa não queria pagar nada inicialmente. Ele diz: “Só depois que o Sindicato articulou, junto à Comissão de Fábrica, é que a empresa fez uma proposta mínima de R$ 300,00, que foi recusada por unanimidade pelos trabalhadores, pois eles queriam pelo menos o mesmo valor do ano passado, R$ 1.400,00”.
 
Negociações – O diretor Vanuza conta que foram realizadas diversas assembleias. “Na primeira, não tinha valor nenhum oferecido; depois, fizeram a proposta de R$ 300,00; chegaram em R$ 500,00 e, em todas as mobilizações, os companheiros recusaram por unanimidade”, afirma.
 
Greve – O secretário-geral dos Metalúrgicos diz que a última saída foi a greve. “Após a primeira negativa dos trabalhadores, o Sindicato protocolou documento com prazo de cinco dias para manifestação da Carnevalli. Depois, após nova recusa, protocolamos um documento de 48 horas. Quando venceu o segundo documento, a direção da empresa nos procurou e tentou marcar reunião, ao tempo que ofereceram outro valor aos funcionários sem a presença da entidade sindical. A fábrica apostou no confronto”, explica.
 
Desfecho – Após paralisação de duas horas, o patronal recuou e ofereceu o valor pedido no início das negociações. Os empregados aceitaram as condições e a greve chegou ao fim. Zóião afirma: “Além da união do pessoal, destaco a atuação da Comissão de trabalhadores. A união e determinação de todos garantiram o resultado final”.
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Quem conduziu a mobilização foi o secretário-geral da entidade, Pedro Pereira da Silva (Zóião), acompanhado dos diretores José João da Silva (Jau), José Dilton Braga (Vanuza) e Raquel de Jesus.
 
Zóião explica que a empresa não queria pagar nada inicialmente. Ele diz: “Só depois que o Sindicato articulou, junto à Comissão de Fábrica, é que a empresa fez uma proposta mínima de R$ 300,00, que foi recusada por unanimidade pelos trabalhadores, pois eles queriam pelo menos o mesmo valor do ano passado, R$ 1.400,00”.
 
Negociações – O diretor Vanuza conta que foram realizadas diversas assembleias. “Na primeira, não tinha valor nenhum oferecido; depois, fizeram a proposta de R$ 300,00; chegaram em R$ 500,00 e, em todas as mobilizações, os companheiros recusaram por unanimidade”, afirma.
 
Greve – O secretário-geral dos Metalúrgicos diz que a última saída foi a greve. “Após a primeira negativa dos trabalhadores, o Sindicato protocolou documento com prazo de cinco dias para manifestação da Carnevalli. Depois, após nova recusa, protocolamos um documento de 48 horas. Quando venceu o segundo documento, a direção da empresa nos procurou e tentou marcar reunião, ao tempo que ofereceram outro valor aos funcionários sem a presença da entidade sindical. A fábrica apostou no confronto”, explica.
 
Desfecho – Após paralisação de duas horas, o patronal recuou e ofereceu o valor pedido no início das negociações. Os empregados aceitaram as condições e a greve chegou ao fim. Zóião afirma: “Além da união do pessoal, destaco a atuação da Comissão de trabalhadores. A união e determinação de todos garantiram o resultado final”.