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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Força
Miguel Torres debate regulamentação das 40 horas em Brasília
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Força
Miguel Torres se reúne com Luiz Marinho para discutir a jornada de 40 horas, o fim da escala 6×1 e os riscos de retrocessos
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, cumpre agenda nesta quarta-feira, 4 de novembro, em Brasília, para discutir a regulamentação da redução da jornada de trabalho.
O dirigente destacou uma reunião com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, para debater possíveis medidas relacionadas ao fim da escala 6×1 no país.
Além disso, Miguel pretende debater a implantação da jornada 5×2, com cinco dias trabalhados e dois de descanso, e a redução para 40 horas semanais, sem redução salarial.
Segundo o sindicalista, a primeira etapa da transição prevê uma jornada de 42 horas semanais, antes da implementação definitiva das 40 horas, conforme o cronograma anunciado anteriormente.
Entretanto, Miguel alertou que setores empresariais pressionam o Congresso Nacional para ampliar os prazos de transição e estabelecer exceções que afastariam determinadas categorias das novas regras.
O presidente da Força Sindical criticou especialmente propostas que permitiriam negociações individuais entre empregadores e empregados, sem a participação das entidades sindicais na defesa dos direitos.
“Então a gente sabe que isso não é negociação, isso é imposição, e nós não podemos admitir, não vamos admitir”, afirmou Miguel Torres.





























