Trabalhadores dos setores químico, plástico e de fertilizantes iniciaram a Campanha Salarial e Social 2026/2027 com a entrega da pauta de reivindicações à Fiesp.
Nesta terça-feira (22), dirigentes da FEQUIMFAR/Força Sindical, FETQUIM/CUT e sindicatos filiados apresentaram as propostas aos representantes patronais que integram o Grupo CEAG-10 da entidade.
A mobilização reuniu entidades representativas de trabalhadores de diferentes regiões paulistas, que possuem data-base em 1º de novembro e negociam conjuntamente as principais reivindicações.
Além disso, as entidades destacaram que a unidade entre federações e sindicatos fortalece a representação dos trabalhadores durante as negociações coletivas com o setor patronal paulista.
O presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da Força Sindical, Sergio Luiz Leite, Serginho, ressaltou a importância da mobilização conjunta das duas federações.
“Nossa luta é por aumento real nos salários, valorização do piso, da PLR, do cartão-alimentação e manutenção de direitos conquistados em Convenção Coletiva de Trabalho.”
Entre as principais reivindicações dos Químicos da Força estão:
- Reajuste salarial: aumento real de 3% mais reposição integral da inflação medida pelo INPC entre novembro de 2025 e outubro de 2026;
- Piso salarial: R$ 2.800;
- PLR: valor correspondente a dois pisos salariais;
- Cesta básica ou cartão-alimentação: R$ 350;
- Redução da jornada de trabalho, sem redução salarial;
- Igualdade salarial entre mulheres e homens, conforme a Lei 14.611/2023;
- Prevenção ao feminicídio e enfrentamento à violência contra a mulher.
A pauta considera, atualmente, estimativa de 4,31% para o INPC acumulado no período. O índice definitivo será conhecido após a divulgação oficial referente a outubro.
Agora, trabalhadores e entidades sindicais acompanharão as rodadas de negociação com o setor patronal, buscando avanços econômicos, ampliação de direitos e valorização das categorias representadas.
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Trabalhadores participaram, nesta segunda-feira (10), de mobilizações em diferentes estados para defender a redução da jornada, sem redução salarial, e acabar com escala 6x1.














