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Redução da jornada combate precarização do trabalho
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
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Estudo aponta que reduzir jornada sem corte salarial combate precarização, melhora saúde, gera empregos e fortalece economia e bem-estar social no Brasil

Artigo defende nova regulação para enfrentar jornadas exaustivas – CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM E LEIA O ARTIGO
O artigo defende a redução da jornada sem redução salarial como estratégia central para enfrentar a precarização e reconstruir as regulações sobre tempo de trabalho.
Além disso, o texto resgata a trajetória histórica da luta por menos horas, destacando conquistas como a jornada de 44 horas semanais estabelecida na Constituição de 1988.
Nesse contexto, dados da PNAD mostram que a maioria dos trabalhadores ultrapassa esse limite, com crescimento da proporção de jornadas superiores a 44 horas entre sindicalizados.
Ao mesmo tempo, a reforma trabalhista de 2017 ampliou a flexibilização, permitindo jornadas mais longas e consolidando práticas que intensificam o ritmo de trabalho.
Além disso, novas formas de trabalho, como aplicativos, evidenciam a exploração, com jornadas extensas e rendimentos insuficientes, agravando a vulnerabilidade social dos trabalhadores.
Nesse cenário, jornadas prolongadas reduzem o tempo para descanso, convivência e qualificação, além de aumentar riscos de acidentes e doenças físicas e mentais.
Por outro lado, estudos indicam que reduzir a jornada melhora a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida, além de contribuir para maior equilíbrio social.
Além disso, propostas legislativas em tramitação defendem a redução para até 36 horas semanais, com manutenção de salários e incentivo à negociação coletiva.
Entretanto, especialistas alertam que a medida deve limitar horas extras para evitar intensificação do trabalho e garantir a criação de novos empregos.
Experiências internacionais mostram, ainda, que jornadas menores elevam produtividade, reduzem desemprego e aumentam satisfação dos trabalhadores, sem prejuízo econômico relevante.
O artigo conclui que reduzir a jornada e combater a flexibilização precarizante é essencial para promover desenvolvimento econômico, justiça social e melhores condições de trabalho.
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