Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos negocia e PLR na Facchini aumenta 27,8%
Mais metalúrgicos passam a receber PLR - Participação nos Lucros e/ou Resultados das empresas. O novo acordo foi firmado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região da categoria terça (29). Agora, na empresa Facchini, que tem duas unidades em Guarulhos. Cerca de 200 trabalhadores serão beneficiados.
 
Valor pode chegar a R$ 2.300,00, conforme metas. Assembleias nas unidades aprovaram aumento de 27,8% sobre o ano passado.
O presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça) e o diretor Elenildo Queiroz (Nildo) participaram da negociação e conduziram as assembleias. 
Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos negocia e PLR na Facchini aumenta 27,8%
Primeira parcela sai em novembro. Segunda, em maio. Nildo conta: “A empresa queria conceder apenas 10%. Mas cobramos, negociamos e chegamos aos 27,8%. O aumento real fica perto de 14%”. 
 
Nas assembleias de PLR, o Sindicato também comenta a conjuntura nacional e alerta os trabalhadores sobre ataques a direitos. Cabeça chamou atenção para novas ameaças em reforma trabalhista do governo. “Querem extinguir o que nos resta até no Fundo de Garantia. Uma das propostas é reduzir a multa da empresa de 40% pra 20%, quando ela demitir.”
Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos negocia e PLR na Facchini aumenta 27,8%
Mais metalúrgicos passam a receber PLR - Participação nos Lucros e/ou Resultados das empresas. O novo acordo foi firmado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região da categoria terça (29). Agora, na empresa Facchini, que tem duas unidades em Guarulhos. Cerca de 200 trabalhadores serão beneficiados.
 
Valor pode chegar a R$ 2.300,00, conforme metas. Assembleias nas unidades aprovaram aumento de 27,8% sobre o ano passado.
O presidente Josinaldo José de Barros (Cabeça) e o diretor Elenildo Queiroz (Nildo) participaram da negociação e conduziram as assembleias. 
Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos negocia e PLR na Facchini aumenta 27,8%
Primeira parcela sai em novembro. Segunda, em maio. Nildo conta: “A empresa queria conceder apenas 10%. Mas cobramos, negociamos e chegamos aos 27,8%. O aumento real fica perto de 14%”. 
 
Nas assembleias de PLR, o Sindicato também comenta a conjuntura nacional e alerta os trabalhadores sobre ataques a direitos. Cabeça chamou atenção para novas ameaças em reforma trabalhista do governo. “Querem extinguir o que nos resta até no Fundo de Garantia. Uma das propostas é reduzir a multa da empresa de 40% pra 20%, quando ela demitir.”