Trabalhadores do setor de etanol de Bocaina, Bariri, Iacanga e Presidente Alves apreciam a pré-pauta de reivindicação da campanha salarial e social
Assembleia Raizen2

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Fabricação de Álcool, Etanol, Bioetanol e Biocombustível de Bauru e Região (Sindquimbru) começou uma série de assembleias nas usinas da região. Nas reuniões, o sindicato coloca em aprovação a pré-pauta de reivindicação da campanha salarial e social dos trabalhadores nas usinas e destilarias de fabricação de etanol que tem entre destaques 2% de aumento real + INPC/IBGE do período, PLR e manutenção das cláusulas existentes. Pela proposta, o piso salarial normativo da categoria vai para R$ 1.793,33 e o piso para técnico químico para R$ 3.362,25.

A primeira assembleia foi Raízen unidade de Bocaina, no dia 20, com a aprovação da pré-pauta de reivindicação. A próxima, no dia 22, será na Usina Della Coletta, em Bariri. Na próxima semana, no dia 27, na Usina Ipiranga, em Iacanga, e dia 28, na Destilaria Guaricanga, em Presidente Alves. Na semana passada, os líderes da Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e dos sindicatos filiados, inclusive o Sindicato de Bauru e região, se reuniram no Seminário de Negociação Coletiva.

Assembleia Raizen3

“Lá, traçamos os rumos das campanhas salariais e sociais dos trabalhadores das usinas e destilarias de produção de etanol. E já elaboramos a pré-pauta de reivindicação. Até o dia 5 de março, os sindicatos filiados realizarão assembleias nas bases para avaliação e aprovação da pré-pauta pelos trabalhadores”, conta Edson Bicalho, presidente do Sindicato de Bauru e secretário-geral da Fequimfar.

Os sindicatos que integram a Fequimfar representam cerca de 50 mil trabalhadores no Estado de São Paulo. O dirigente sindical afirma que diante de ameaças constantes de perdas de direitos duramente conquistados, o atual contexto pede que nesta campanha a categoria esteja ainda mais unida e organizada. “Nossa luta é para ampliar direitos em convenção coletiva, melhorando condições nos ambientes de trabalho, com qualidade de vida, qualificação profissional, saúde e segurança. Além disso, temos o objetivo de que o processo de negociação coletiva seja efetivamente reconhecido e fortalecido”, acrescenta Bicalho. Em 6 de março, haverá uma grande assembleia na sede da Fequimfar em São Paulo SP, para considerações finais sobre a pauta de reivindicações que, se aprovada, será entregue no mesmo dia aos representantes do setor patronal da ÚNICA.

 

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O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Fabricação de Álcool, Etanol, Bioetanol e Biocombustível de Bauru e Região (Sindquimbru) começou uma série de assembleias nas usinas da região. Nas reuniões, o sindicato coloca em aprovação a pré-pauta de reivindicação da campanha salarial e social dos trabalhadores nas usinas e destilarias de fabricação de etanol que tem entre destaques 2% de aumento real + INPC/IBGE do período, PLR e manutenção das cláusulas existentes. Pela proposta, o piso salarial normativo da categoria vai para R$ 1.793,33 e o piso para técnico químico para R$ 3.362,25.

A primeira assembleia foi Raízen unidade de Bocaina, no dia 20, com a aprovação da pré-pauta de reivindicação. A próxima, no dia 22, será na Usina Della Coletta, em Bariri. Na próxima semana, no dia 27, na Usina Ipiranga, em Iacanga, e dia 28, na Destilaria Guaricanga, em Presidente Alves. Na semana passada, os líderes da Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e dos sindicatos filiados, inclusive o Sindicato de Bauru e região, se reuniram no Seminário de Negociação Coletiva.

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“Lá, traçamos os rumos das campanhas salariais e sociais dos trabalhadores das usinas e destilarias de produção de etanol. E já elaboramos a pré-pauta de reivindicação. Até o dia 5 de março, os sindicatos filiados realizarão assembleias nas bases para avaliação e aprovação da pré-pauta pelos trabalhadores”, conta Edson Bicalho, presidente do Sindicato de Bauru e secretário-geral da Fequimfar.

Os sindicatos que integram a Fequimfar representam cerca de 50 mil trabalhadores no Estado de São Paulo. O dirigente sindical afirma que diante de ameaças constantes de perdas de direitos duramente conquistados, o atual contexto pede que nesta campanha a categoria esteja ainda mais unida e organizada. “Nossa luta é para ampliar direitos em convenção coletiva, melhorando condições nos ambientes de trabalho, com qualidade de vida, qualificação profissional, saúde e segurança. Além disso, temos o objetivo de que o processo de negociação coletiva seja efetivamente reconhecido e fortalecido”, acrescenta Bicalho. Em 6 de março, haverá uma grande assembleia na sede da Fequimfar em São Paulo SP, para considerações finais sobre a pauta de reivindicações que, se aprovada, será entregue no mesmo dia aos representantes do setor patronal da ÚNICA.