Na manhã desta quarta-feira (15), o Sintracon-SP realizou uma visita na obra da Construcompany, localizada na Barra Funda, para verificar uma denúncia referente a problemas com alimentação feita por um sócio que trabalha no local. Chegando lá, o sindicato percebeu que o problema era muito maior, e decidiu deflagrar greve para resolver todas as questões.
greve_sintracon_15_1_20Crédito: Arquivo

Ao todo, foram constatadas quatro irregularidades. A primeira, referente ao bandejão. Em novembro do ano passado, após os operários do canteiro definirem a substituição do bandejão por vale-alimentação através de votação, ficou definido que a empresa implantaria o VA nos próximos dias. Tal medida não aconteceu até o momento da produção deste texto, o que é definido como lamentável para o presidente do Sintracon-SP, Ramalho da Construção.

“Organizamos em novembro a votação para que os trabalhadores escolhessem como queriam se alimentar, pois nos preocupamos com a saúde e bem-estar deles e recebemos esta orientação do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, no momento de fechamento da última convenção coletiva. É um absurdo que eles ainda não tenham providenciado o VA para seus funcionários. Lamentavelmente temos de lidar diariamente com esse tipo de descaso com nossos companheiros”, comenta Ramalho.

Além deste problema, outros três foram constatados: alguns trabalhadores fazem hora extra e elas não são protocoladas no cartão; outros trabalham até 20 horas e não recebem alimentação, o que é perigoso, tendo em vista que o funcionário pode ter tontura por falta de alimentação durante funções de extremo risco (atividades nas alturas, operação de máquinas…); e ainda, ao contrário do que está na convenção coletiva, é oferecido apenas um jogo de uniforme, em vez de dois.

De acordo com a presidência e a diretoria do Sintracon-SP, a obra só voltará às atividades quando o patrão resolver todas as irregularidades.

greve_sintracon_15_1_20Crédito: Arquivo

Ao todo, foram constatadas quatro irregularidades. A primeira, referente ao bandejão. Em novembro do ano passado, após os operários do canteiro definirem a substituição do bandejão por vale-alimentação através de votação, ficou definido que a empresa implantaria o VA nos próximos dias. Tal medida não aconteceu até o momento da produção deste texto, o que é definido como lamentável para o presidente do Sintracon-SP, Ramalho da Construção.

“Organizamos em novembro a votação para que os trabalhadores escolhessem como queriam se alimentar, pois nos preocupamos com a saúde e bem-estar deles e recebemos esta orientação do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, no momento de fechamento da última convenção coletiva. É um absurdo que eles ainda não tenham providenciado o VA para seus funcionários. Lamentavelmente temos de lidar diariamente com esse tipo de descaso com nossos companheiros”, comenta Ramalho.

Além deste problema, outros três foram constatados: alguns trabalhadores fazem hora extra e elas não são protocoladas no cartão; outros trabalham até 20 horas e não recebem alimentação, o que é perigoso, tendo em vista que o funcionário pode ter tontura por falta de alimentação durante funções de extremo risco (atividades nas alturas, operação de máquinas…); e ainda, ao contrário do que está na convenção coletiva, é oferecido apenas um jogo de uniforme, em vez de dois.

De acordo com a presidência e a diretoria do Sintracon-SP, a obra só voltará às atividades quando o patrão resolver todas as irregularidades.