Trabalhadores em cemitérios podem paralisar as atividades, em SantosCrédito: Arquivo
Proposta será debatida em assembleia do Sindest na noite desta quarta-feira

Os 30 servidores públicos lotados nos cemitérios municipais Paquetá, Filosofia e Areia Branca, em Santos, entre coveiros e funcionários administrativos, poderão paralisar as atividades.
A data, a duração do movimento e até mesmo sua confirmação serão votadas em assembleia do sindicato dos servidores estatutários (Sindest), às 19 horas desta quarta-feira (15).
Seu presidente, Fábio Marcelo Pimentel, convocou a assembleia para explicar ao pessoal a ação de cumprimento de acordo coletivo de trabalho que será protocolada ao fim do recesso judiciário.
O processo, segundo ele, deve-se ao fato de o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não cumprir a parte do acordo coletivo assinado em 2019 sobre os empregados em cemitérios.
Fábio lembra que o prefeito ficou de enviar à câmara municipal projeto de lei para conceder gratificação de R$ 600 aos trabalhadores: “Enrolou o ano inteiro e não cumpriu”.
 A ação de cumprimento, explica o sindicalista, não impede que os trabalhadores adotem outras formas de luta ou busquem entendimento com a prefeitura.
“Eu particularmente não gostaria de conversar mais sobre esse assunto com a administração”, diz o presidente do Sindest. “Já brincaram demais com coisa séria”.
Fábio revela que a paralisação poderá ser de algumas horas, um ou mais dias e até por tempo indeterminado. “Para debater detalhadamente o problema, convocamos a assembleia”, finaliza.

Trabalhadores em cemitérios podem paralisar as atividades, em SantosCrédito: Arquivo
Proposta será debatida em assembleia do Sindest na noite desta quarta-feira

Os 30 servidores públicos lotados nos cemitérios municipais Paquetá, Filosofia e Areia Branca, em Santos, entre coveiros e funcionários administrativos, poderão paralisar as atividades.
A data, a duração do movimento e até mesmo sua confirmação serão votadas em assembleia do sindicato dos servidores estatutários (Sindest), às 19 horas desta quarta-feira (15).
Seu presidente, Fábio Marcelo Pimentel, convocou a assembleia para explicar ao pessoal a ação de cumprimento de acordo coletivo de trabalho que será protocolada ao fim do recesso judiciário.
O processo, segundo ele, deve-se ao fato de o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não cumprir a parte do acordo coletivo assinado em 2019 sobre os empregados em cemitérios.
Fábio lembra que o prefeito ficou de enviar à câmara municipal projeto de lei para conceder gratificação de R$ 600 aos trabalhadores: “Enrolou o ano inteiro e não cumpriu”.
 A ação de cumprimento, explica o sindicalista, não impede que os trabalhadores adotem outras formas de luta ou busquem entendimento com a prefeitura.
“Eu particularmente não gostaria de conversar mais sobre esse assunto com a administração”, diz o presidente do Sindest. “Já brincaram demais com coisa séria”.
Fábio revela que a paralisação poderá ser de algumas horas, um ou mais dias e até por tempo indeterminado. “Para debater detalhadamente o problema, convocamos a assembleia”, finaliza.