Menu

✖ Mapa do site

Emissão de boleto

Nacional São Paulo

Emissão de boleto

Nacional São Paulo
✖
24 SET 2026

Imagem do dia

https://www.flickr.com/photos/forca_sindical/albums/72177720335807783/

Imagem do dia - Força Sindical
✖

Enviar link da notícia por e-mail

Juventude

Brasilia (DF): Brasil é 4º país em mortes violentas de jovens

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Juventude

Brasilia (DF): Brasil é 4º país em mortes violentas de jovens

Estudo feito em 82 nações mostra que homicídio juvenil é maior na América Latina por causa da exclusão social

BRASÍLIA. O Brasil é o oitavo país do mundo em mortes violentas, com uma taxa de 49,1 óbitos por 100 mil, segundo dados de 2005. Comparado a outros 82 países, o Brasil é o quarto com a maior proporção de jovens (de 15 a 24 anos) mortos de forma violenta, uma taxa de 79,6 por 100 mil. Os números fazem parte do relatório Mapa da Violência: os jovens da América Latina, da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), divulgado ontem em parceria com o Ministério da Justiça e o Instituto Sangari. As mortes violentas somam as ocorrências de homicídios, suicídios e acidentes de trânsito.

Os países com piores taxas de homicídio juvenil são El Salvador, com 92,3 mortos em 100 mil; Colômbia, com 73,4; Venezuela, 64,2; Guatemala, 55,4; e Brasil, onde 51,6 adolescentes de cada 100 mil são assassinados.

O Brasil é o terceiro país do mundo em índice de vitimização juvenil no quesito homicídios: a taxa de jovens mortos por assassinato é 170% maior do que a de brasileiros com menos de 15 e mais de 24 anos. Segundo o estudo, a desigualdade de renda explica 63,5% das mortes de brasileiros jovens. Para o conjunto da população, a concentração de renda explica 59,7% das taxas de homicídio.

— O jovem está mais excluído dos empregos. É o grupo que mais sofre mortes violentas no Brasil — diz Jorge Werthein, diretorexecutivo da Ritla.

Na América Latina, um jovem tem 30 vezes mais chance de morrer assassinado do que um jovem europeu. A taxa de mortalidade violenta entre eles na América Latina é de 43,4 por 100 mil. Nas demais faixas etárias, de 20,8 por 100 mil. Na Europa, 7,9 em 100 mil, a mais baixa do planeta. "Mais do que a pobreza absoluta ou generalizada é a pobreza dentro da riqueza, são os contrastes entre ambas, com sua seqüela de maximização e visibilidade das diferenças, a que teria maior poder de determinação dos níveis de homicídio de um país", diz o relatório.

— A América Latina é a região mais desigual do mundo. A exclusão social é um forte indicativo, não o único, mas se observa correlação clara entre exclusão e violência — diz Werthein.

— É a injustiça social que explica esse drama juvenil que está virando a América Latina. Nos países de baixa concentração de renda morrem mais não-jovens — observa Julio Jacobo Waiselfisz, autor do estudo.

Para a Ritla, a redução de homicídios no Brasil a partir de 2003 coincide com a campanha do desarmamento. De 2003 a 2004, há queda de 5,5% nos óbitos com armas de fogo. Em 2005, 1,2% a menos, com relação ao ano anterior, e em 2006, 1,8%.

Werthein diz que deve haver campanhas permanentes, principalmente nas escolas. Ele cita programas de sucesso no Rio: AfroReggae, Viva Rio, Comitê de

Democratização da Informação e, em Nova Iguaçu, a experiência de a prefeitura oferecer infra-estrutura esportiva como extensão do período escolar. Ele

defendeu a ampliação desses programas pelo governo e com parcerias com o setor privado. O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, citou o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) como exemplo de ação para reduzir mortes.

A Ritla usou dados oficiais mais recentes de cada país, enviados à Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados brasileiros são de 2005.

Fonte: O Globo

Fonte: Catarina Alencastro

Últimas de Juventude

Todas de Juventude
Na Pressão mobiliza pelo fim da escala 6×1
Força 13 OUT 2026

Na Pressão mobiliza pelo fim da escala 6×1

Médicos de UTIs no RN podem restringir atendimentos
Força 13 OUT 2026

Médicos de UTIs no RN podem restringir atendimentos

No dia 25, vote pelo Brasil e pelos direitos da classe trabalhadora
Palavra do Presidente 13 OUT 2026

No dia 25, vote pelo Brasil e pelos direitos da classe trabalhadora

Sinpospetro-RJ garante registro de oito frentistas
Força 13 OUT 2026

Sinpospetro-RJ garante registro de oito frentistas

SinSaúdeSP conquista reajuste e benefícios na saúde
Força 13 OUT 2026

SinSaúdeSP conquista reajuste e benefícios na saúde

SinSaúdeSP garante direitos aos trabalhadores do AC Camargo
Força 13 OUT 2026

SinSaúdeSP garante direitos aos trabalhadores do AC Camargo

Centrais ampliam mobilização no Senado pelo fim da 6×1
Força 13 OUT 2026

Centrais ampliam mobilização no Senado pelo fim da 6×1

Sindnapi defende aposentados e declara apoio a Lula
Força 13 OUT 2026

Sindnapi defende aposentados e declara apoio a Lula

Progresso de verdade se mede pelo respeito ao trabalho
Artigos 13 OUT 2026

Progresso de verdade se mede pelo respeito ao trabalho

Senado inicia semana decisiva pelo fim da escala 6×1
Força 13 OUT 2026

Senado inicia semana decisiva pelo fim da escala 6×1

Sindicalistas intensificam mobilização pela vitória de Lula
Força 9 OUT 2026

Sindicalistas intensificam mobilização pela vitória de Lula

Metalúrgicos defendem voto consciente e direitos trabalhistas
Força 8 OUT 2026

Metalúrgicos defendem voto consciente e direitos trabalhistas

ANEEL debate possível caducidade da concessão da Enel
Força 8 OUT 2026

ANEEL debate possível caducidade da concessão da Enel

Encontro internacional debate fortalecimento das redes sindicais
Força 8 OUT 2026

Encontro internacional debate fortalecimento das redes sindicais

Químicos debatem negociações, eleições e fim da escala 6×1
Força 8 OUT 2026

Químicos debatem negociações, eleições e fim da escala 6×1

Resistência à PEC 6×1 acirra disputa por direitos no Senado
Força 7 OUT 2026

Resistência à PEC 6×1 acirra disputa por direitos no Senado

Trabalho decente não pode ser privilégio: é o futuro que precisamos construir nas Américas
Artigos 7 OUT 2026

Trabalho decente não pode ser privilégio: é o futuro que precisamos construir nas Américas

Quando as ditaduras atacam os sindicatos
Artigos 7 OUT 2026

Quando as ditaduras atacam os sindicatos

Audiência no SMC reforça inclusão e cumprimento de cotas
Força 7 OUT 2026

Audiência no SMC reforça inclusão e cumprimento de cotas

Serginho participa do CONARTS 2026 em São Paulo
Força 7 OUT 2026

Serginho participa do CONARTS 2026 em São Paulo

Centrais acompanham no Senado debate pelo fim da escala 6×1
Força 7 OUT 2026

Centrais acompanham no Senado debate pelo fim da escala 6×1

No México, Neco defende união sindical além das fronteiras
Força 7 OUT 2026

No México, Neco defende união sindical além das fronteiras

Eletricitários reforçam prevenção diante do calor extremo
Força 7 OUT 2026

Eletricitários reforçam prevenção diante do calor extremo

NOTA – Dialogar, ampliar alianças e defender o futuro do Brasil
Força 6 OUT 2026

NOTA – Dialogar, ampliar alianças e defender o futuro do Brasil

Sindicato amplia presença nas bases dos eletricitários
Força 6 OUT 2026

Sindicato amplia presença nas bases dos eletricitários

Novo Congresso ameaça avanço do fim da escala 6×1
Imprensa 6 OUT 2026

Novo Congresso ameaça avanço do fim da escala 6×1

CONTER-SP debate emprego, inovação e qualificação na Fiesp
Força 6 OUT 2026

CONTER-SP debate emprego, inovação e qualificação na Fiesp

Fundacentro reforça alerta sobre exposição ao benzeno
Força 5 OUT 2026

Fundacentro reforça alerta sobre exposição ao benzeno

5 de outubro reforça luta contra exposição ao benzeno
Força 5 OUT 2026

5 de outubro reforça luta contra exposição ao benzeno

Constituição Cidadã completa 38 anos de direitos e conquistas
Força 5 OUT 2026

Constituição Cidadã completa 38 anos de direitos e conquistas

Aguarde! Carregando mais artigos...