Eunice Cabral
Eunice Cabral

Aquela história de que “sem todos pelo Brasil não haverá Brasil para todos” é a mais pura verdade. Por isso, ainda que as dificuldades sejam grandes, cada organização da sociedade civil, cada empresa, cada trabalhador (a), cada entidade sindical, enfim, cada pessoa que despertou para o exercício da participação social, além de fazer a sua parte, precisa “acordar” outras pessoas para a construção de um país melhor e mais justo.

Uma das maneiras mais eficientes de despertar as pessoas e promover a sua participação é a mobilização social, ferramenta que está ao alcance de todos e tem um papel fundamental para mudar as coisas.

A palavra mobilização, quando entra pelos nossos ouvidos, logo faz surgir da memória aqueles episódios de manifestações públicas, com uma multidão nas ruas, portando faixas e bandeiras, cantando hinos e gritando palavras de ordem.

Mas para entendermos a importância da mobilização social e aproveitarmos todo o seu potencial como estratégia de construção da democracia nesse momento da história brasileira, a primeira coisa que precisamos fazer é ir além dessa idéia, abrindo nossa cabeça para um jeito ampliado de pensar sobre o assunto.

Os eventos e as manifestações públicas têm um papel muito importante para criar esse sentimento de que todos estão no mesmo barco.

Depois que as pessoas saem de uma passeata e voltam para as suas casas e para o seu trabalho, a mobilização precisa continuar acontecendo. Caso contrário, os resultados dos eventos podem se perder no cotidiano.

Mobilização é quantidade, mas também é qualidade: Se tentar, você não vai ter muita dificuldade em quebrar uma pequena vareta de madeira com as mãos. Mas se você fizer um maço de 50 varetas a tarefa certamente vai ficar mais difícil.

Juntar muita gente (quanto mais, melhor!) é fundamental para gerar mudanças sociais. Com bastante gente o movimento fica mais sólido e consistente. É aquela velha história: a união faz a força, uma andorinha só não faz verão, unidos venceremos...

Assim, a prova de fogo da mobilização não é só quantas pessoas participam, mas também como elas estão envolvidas.

Mobilização é reivindicação! Nossa Campanha Salarial esta acontecendo num momento extremamente importante do país onde o povo soltou o grito preso na garganta.

Pense nisso e lembre-se: O resultado das negociações depende do empenho e envolvimento de toda nossa categoria.

Não esqueça: Você faz parte desta luta!

Eunice Cabral, presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo

Aquela história de que “sem todos pelo Brasil não haverá Brasil para todos” é a mais pura verdade. Por isso, ainda que as dificuldades sejam grandes, cada organização da sociedade civil, cada empresa, cada trabalhador (a), cada entidade sindical, enfim, cada pessoa que despertou para o exercício da participação social, além de fazer a sua parte, precisa “acordar” outras pessoas para a construção de um país melhor e mais justo.

Uma das maneiras mais eficientes de despertar as pessoas e promover a sua participação é a mobilização social, ferramenta que está ao alcance de todos e tem um papel fundamental para mudar as coisas.

A palavra mobilização, quando entra pelos nossos ouvidos, logo faz surgir da memória aqueles episódios de manifestações públicas, com uma multidão nas ruas, portando faixas e bandeiras, cantando hinos e gritando palavras de ordem.

Mas para entendermos a importância da mobilização social e aproveitarmos todo o seu potencial como estratégia de construção da democracia nesse momento da história brasileira, a primeira coisa que precisamos fazer é ir além dessa idéia, abrindo nossa cabeça para um jeito ampliado de pensar sobre o assunto.

Os eventos e as manifestações públicas têm um papel muito importante para criar esse sentimento de que todos estão no mesmo barco.

Depois que as pessoas saem de uma passeata e voltam para as suas casas e para o seu trabalho, a mobilização precisa continuar acontecendo. Caso contrário, os resultados dos eventos podem se perder no cotidiano.

Mobilização é quantidade, mas também é qualidade: Se tentar, você não vai ter muita dificuldade em quebrar uma pequena vareta de madeira com as mãos. Mas se você fizer um maço de 50 varetas a tarefa certamente vai ficar mais difícil.

Juntar muita gente (quanto mais, melhor!) é fundamental para gerar mudanças sociais. Com bastante gente o movimento fica mais sólido e consistente. É aquela velha história: a união faz a força, uma andorinha só não faz verão, unidos venceremos...

Assim, a prova de fogo da mobilização não é só quantas pessoas participam, mas também como elas estão envolvidas.

Mobilização é reivindicação! Nossa Campanha Salarial esta acontecendo num momento extremamente importante do país onde o povo soltou o grito preso na garganta.

Pense nisso e lembre-se: O resultado das negociações depende do empenho e envolvimento de toda nossa categoria.

Não esqueça: Você faz parte desta luta!

Eunice Cabral, presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo