janis

Janis: Little Girl Blue
EUA, 2016
Amy Berg

No documentário dedicado a uma das maiores cantoras de todos os tempos, conhecemos a história por trás de canções como Another Little Piece Of My Heart, A Woman Left Lonely e Me And Bobby McGee.

Com muitas imagens, vídeos e entrevistas o filme apresenta uma Janis Joplin muito mais “normal” e “humana” do que se poderia esperar.

Em uma época em que a contestação ao acirramento político da Guerra Fria, sobretudo à guerra do Vietnã, dava o tom da contracultura, a desajustada texana estourou com uma temática romântica e existencial.

Janis Joplin cantou como ninguém as angustias de ser uma garota rejeitada pela sociedade. Antecipou a denúncia do “bullying” e fez dele matéria prima para uma arte autêntica, que renovou estilos tradicionais como o e o folk e o rhythm & blues.

Ao cantar o amor e a rejeição com tanta clareza e verdade, Janis transcendeu o sentido individual de sua dor, alçando um caráter político, já que a origem de sua dor era justamente os dogmas que regem a sociedade. Ela rompeu com todos os padrões de estética e de comportamento encarnando um modelo de liberdade da mulher e da juventude.

Sua personalidade radical se sobrepôs contrastante com a realidade religiosa e conservadora do Texas da década de 1960. Mas ela não negou sua raiz. Misturada à atmosfera do blues, Janis levou ao palco a rusticidade caipira texana.

Mais do que falar para uma geração de jovens nascidos e crescidos sob as rédeas de uma educação rigorosa, Janis Joplin foi a voz desta juventude.

A cantora pagou caro por ter se tornado o mito que ainda hoje é, falecendo precocemente aos 27 anos, em 1970. Sua vida e sua obra, entretanto, que encorajou tantos que vieram depois, permanecerão como peças fundamentais da cultura mundial

Clique na imagem e confira o trailer

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Carolina Maria Ruy, coordenadora do Centro de Memória Sindical

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Janis: Little Girl Blue
EUA, 2016
Amy Berg

No documentário dedicado a uma das maiores cantoras de todos os tempos, conhecemos a história por trás de canções como Another Little Piece Of My Heart, A Woman Left Lonely e Me And Bobby McGee.

Com muitas imagens, vídeos e entrevistas o filme apresenta uma Janis Joplin muito mais “normal” e “humana” do que se poderia esperar.

Em uma época em que a contestação ao acirramento político da Guerra Fria, sobretudo à guerra do Vietnã, dava o tom da contracultura, a desajustada texana estourou com uma temática romântica e existencial.

Janis Joplin cantou como ninguém as angustias de ser uma garota rejeitada pela sociedade. Antecipou a denúncia do “bullying” e fez dele matéria prima para uma arte autêntica, que renovou estilos tradicionais como o e o folk e o rhythm & blues.

Ao cantar o amor e a rejeição com tanta clareza e verdade, Janis transcendeu o sentido individual de sua dor, alçando um caráter político, já que a origem de sua dor era justamente os dogmas que regem a sociedade. Ela rompeu com todos os padrões de estética e de comportamento encarnando um modelo de liberdade da mulher e da juventude.

Sua personalidade radical se sobrepôs contrastante com a realidade religiosa e conservadora do Texas da década de 1960. Mas ela não negou sua raiz. Misturada à atmosfera do blues, Janis levou ao palco a rusticidade caipira texana.

Mais do que falar para uma geração de jovens nascidos e crescidos sob as rédeas de uma educação rigorosa, Janis Joplin foi a voz desta juventude.

A cantora pagou caro por ter se tornado o mito que ainda hoje é, falecendo precocemente aos 27 anos, em 1970. Sua vida e sua obra, entretanto, que encorajou tantos que vieram depois, permanecerão como peças fundamentais da cultura mundial

Clique na imagem e confira o trailer

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Carolina Maria Ruy, coordenadora do Centro de Memória Sindical