The-Bridge-Wiki_Season1_Poster_01
The Bridge
EUA, 2013
Direção: Gerardo Naranjo, Sergio Mimica-Gezzan, Charlotte Sieling, Bill Johnson, Gwyneth Horder-Payton, Alex Zakrzewski, Chris Fisher, Norberto Barba, Keith Gordon, John Dahl, SJ Clarkson
Elenco: Diane Kruger, Demian Bichir, Annabeth Gish, Ted Levine 
Duração: 45 min. por episódio (13 episódios no total)
 
Um corpo é encontrado estendido sobre a linha divisório que separa a Cidade Juarez, no México, de El Paso, EUA. Logo investigações nos dois países são iniciadas opondo realidades opostas. Para começar, a investigadora estadunidense é loira, fria, seca e apresenta transtornos de sociabilidade. Do outro lado, o investigador mexicano é moreno, quente, simpático, casado e com filhos. Ambos são ótimos profissionais, mas, enquanto ela é acolhida pelo chefe por causa do seu “problema”, ele vive em um ambiente hostil e tem que lidar com os Cartéis do tráfico e com policiais corruptos. 
 
O fato de o corpo estar entre as duas jurisdições força uma parceria inusitada entre os investigadores, o que garante momentos de graça e sensibilidade à uma série que é essencialmente violenta e árida. 
09-the-bridge-3Crédito: Arquivo
CLIQUE NA IMAGEM E CONFIRA O TRAILER
 
The Bridge é uma refilmagem de uma série sueca que se passa na fronteira entre Dinamarca a Suécia. A americana, entretanto, tem como trunfo algo que na vida real é uma degenerescência: se passa no lugar considerado o mais violento do mundo. Território de traficantes de drogas, armas e pessoas, lavadores de dinheiro, guarda-costas, pistoleiros e pistoleiras exibicionistas, mulheres “desaparecidas” e mães desesperançosas, onde o crime envolve todos os segmentos da sociedade. Território de El Chapo, de mortos enforcados expostos em grandes avenidas. 
 
Ao contrário da versão original, com sua paisagem cinzenta e fechada, a fotografia da refilmagem é ensolarada, seca, com muita terra e grande diversidade de biotipos (um dos pontos positivos da maioria das séries americanas).
 
A série vale como um entretenimento que acrescenta algo a mais. Ela chama a atenção para uma situação real, contemporânea e que parece longe de se resolver.
 
Carolina Maria Ruy é coordenadora do Centro de Memória Sindical
The-Bridge-Wiki_Season1_Poster_01
The Bridge
EUA, 2013
Direção: Gerardo Naranjo, Sergio Mimica-Gezzan, Charlotte Sieling, Bill Johnson, Gwyneth Horder-Payton, Alex Zakrzewski, Chris Fisher, Norberto Barba, Keith Gordon, John Dahl, SJ Clarkson
Elenco: Diane Kruger, Demian Bichir, Annabeth Gish, Ted Levine 
Duração: 45 min. por episódio (13 episódios no total)
 
Um corpo é encontrado estendido sobre a linha divisório que separa a Cidade Juarez, no México, de El Paso, EUA. Logo investigações nos dois países são iniciadas opondo realidades opostas. Para começar, a investigadora estadunidense é loira, fria, seca e apresenta transtornos de sociabilidade. Do outro lado, o investigador mexicano é moreno, quente, simpático, casado e com filhos. Ambos são ótimos profissionais, mas, enquanto ela é acolhida pelo chefe por causa do seu “problema”, ele vive em um ambiente hostil e tem que lidar com os Cartéis do tráfico e com policiais corruptos. 
 
O fato de o corpo estar entre as duas jurisdições força uma parceria inusitada entre os investigadores, o que garante momentos de graça e sensibilidade à uma série que é essencialmente violenta e árida. 
09-the-bridge-3Crédito: Arquivo
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The Bridge é uma refilmagem de uma série sueca que se passa na fronteira entre Dinamarca a Suécia. A americana, entretanto, tem como trunfo algo que na vida real é uma degenerescência: se passa no lugar considerado o mais violento do mundo. Território de traficantes de drogas, armas e pessoas, lavadores de dinheiro, guarda-costas, pistoleiros e pistoleiras exibicionistas, mulheres “desaparecidas” e mães desesperançosas, onde o crime envolve todos os segmentos da sociedade. Território de El Chapo, de mortos enforcados expostos em grandes avenidas. 
 
Ao contrário da versão original, com sua paisagem cinzenta e fechada, a fotografia da refilmagem é ensolarada, seca, com muita terra e grande diversidade de biotipos (um dos pontos positivos da maioria das séries americanas).
 
A série vale como um entretenimento que acrescenta algo a mais. Ela chama a atenção para uma situação real, contemporânea e que parece longe de se resolver.
 
Carolina Maria Ruy é coordenadora do Centro de Memória Sindical