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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Filmes
São Paulo Sociedade Anônima
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
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São Paulo Sociedade Anônima
Brasil, 1965
Luís Sérgio Person
Com Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória
A instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil, na euforia desenvolvimentista, no final dos anos 1950, trouxe grandes mudanças na sociedade e na organização do trabalho.
Em São Paulo S/A, Carlos, um jovem da classe média paulistana, começa a trabalhar numa grande empresa e depois aceita um cargo numa fábrica de autopeças, da qual se torna gerente. Seu patrão é sonegador de impostos e tem várias amantes. No decorrer da historia Carlos torna-se um típico chefe de família da sociedade burguesa: trabalha muito, ganha bem, consome bens da indústria, mas vive insatisfeito.
Perambulando pela represa de Guarapiranga, pela praia de São Vicente, pela fábrica da Volkswagen na beira da Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) e pelo centro de São Paulo, Carlos pode ser visto como o protótipo do profissional de classe média, insosso e sem graça, que se submete a tudo para “vencer na vida”. Ajuda ao patrão, o ítalo-brasileiro Arturo, a sonegar impostos, burlar a legislação trabalhista, a manipular os empregados – tudo dentro de uma típica estratégia de acumulação capitalista primitiva.
Era o começo do sonho do “Brasil Grande”, do desenvolvimento vivido sob Juscelino Kubitschek (entre 1957 e1961), depois aprofundado pela ditadura de 1964, bom base no arrocho salarial, no desprezo aos direitos dos trabalhadores, e na rendição às imposições do capital estrangeiro. Sem um projeto de vida ou perspectivas para sair da condição que rejeita, só lhe resta fugir.
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Carolina Maria Ruy é jornalista, coordenadora de projetos do Centro de Memória Sindical





























