No fim da tarde desta quarta-feira (8), em Brasília, após o ato das centrais sindicais, os dirigentes da Força Sindical, CUT, UGT, CSB e NCST entregaram documento elaborado pelo Fórum das Centrais Sindicais, com propostas para a preservação da vida, emprego e renda, e uma agenda de retomada da economia no Ministério da Economia.
sindicalistas no ministério da EconomiaCrédito: Arquivo
O documento foi entregue aos secretários de Previdência e Trabalho Bruno Bianco Leal, e do Trabalho Bruno Dalcolmo que, de acordo com o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, se comprometeram a estudar o documento, que traz propostas para resolver os problemas econômicos e sociais enfrentados pelo país que foram agravados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
 
O sindicalista disse que uma das propostas é manter o auxílio emergencial de R$ 600,00 (R$ 1.200,00 para mães chefes de família), aprovado pelo Congresso Nacional, até o mês de dezembro. A Lei previa o pagamento de três parcelas. No final de junho, o governo decidiu pagar mais duas parcelas. "Ressaltamos a importância de mantermos os empregos e a renda neste período de pandemia".
 
A reunião encerrou a agenda de atividades do ato unitário das centrais sindicais das centrais, que reuniu cerca de 80 sindicalistas na capital federal, além de centenas de pessoas que participaram de forma virutal da manifestção. "Queremos contribuir para que o Brasil saia da crise e retome o rumo do crescimento com geração de empregos e justiça social", afirmou o sindicalista.
 
Os representantes das centrais argumentaram que se o governo abrir uma mesa de diálogo para solucionar os problemas que envolvem a proteção dos trabalhadores, novas propostas podem ser trazidas.
 
Miguel diz ainda que os secretários se comprometeram a marcar uma nova reunião com todas as centrais para discutir as propostas apresentadas pelas centrais. "Eles se mostraram dispostos a dialogar com o movimento sindical".
 
As centrais também levaram ao ministério o drama dos trabalhadores em aplicativos de entregas, que fizeram paralisação nacional no dia 1° de julho, por condições mais justas de trabalho e já marcaram outra paralisação para o dia 25 porque não tiveram resposta alguma das empresas.

 

sindicalistas no ministério da EconomiaCrédito: Arquivo
O documento foi entregue aos secretários de Previdência e Trabalho Bruno Bianco Leal, e do Trabalho Bruno Dalcolmo que, de acordo com o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, se comprometeram a estudar o documento, que traz propostas para resolver os problemas econômicos e sociais enfrentados pelo país que foram agravados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
 
O sindicalista disse que uma das propostas é manter o auxílio emergencial de R$ 600,00 (R$ 1.200,00 para mães chefes de família), aprovado pelo Congresso Nacional, até o mês de dezembro. A Lei previa o pagamento de três parcelas. No final de junho, o governo decidiu pagar mais duas parcelas. "Ressaltamos a importância de mantermos os empregos e a renda neste período de pandemia".
 
A reunião encerrou a agenda de atividades do ato unitário das centrais sindicais das centrais, que reuniu cerca de 80 sindicalistas na capital federal, além de centenas de pessoas que participaram de forma virutal da manifestção. "Queremos contribuir para que o Brasil saia da crise e retome o rumo do crescimento com geração de empregos e justiça social", afirmou o sindicalista.
 
Os representantes das centrais argumentaram que se o governo abrir uma mesa de diálogo para solucionar os problemas que envolvem a proteção dos trabalhadores, novas propostas podem ser trazidas.
 
Miguel diz ainda que os secretários se comprometeram a marcar uma nova reunião com todas as centrais para discutir as propostas apresentadas pelas centrais. "Eles se mostraram dispostos a dialogar com o movimento sindical".
 
As centrais também levaram ao ministério o drama dos trabalhadores em aplicativos de entregas, que fizeram paralisação nacional no dia 1° de julho, por condições mais justas de trabalho e já marcaram outra paralisação para o dia 25 porque não tiveram resposta alguma das empresas.