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Conjuntura marcou discursos na posse de Pestana na Fttresp
Na foto, os presidentes nacional da Força Sindical e da federação dos trabalhadores em transportes rodoviários, Miguel Torres e Valdir Pestana
O movimento sindical dos trabalhadores sobrevive porque Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou a eleição de 2022. Se Jair Bolsonaro (PL) tivesse sido reeleito, os sindicatos hoje estariam sob risco de extinção.
 
A opinião é do presidente nacional da central Força Sindical, Miguel Torres, que participou, sexta-feira (1º), da posse do presidente da Fttresp, Valdir de Souza Pestana.
 
Fttresp é a federação dos 104 sindicatos de 1,5 milhão de trabalhadores em transportes rodoviários do estado de São Paulo, que completou 70 anos no mesmo dia.
 
Página nefasta
 
Miguel disse que, por meio de projetos de leis, propostas de emendas constitucionais, decretos, portarias e outros instrumentos, Bolsonaro perseguiu os sindicatos.
 
“Viramos uma página nefasta do país”, disse o dirigente. “Uma página de negligência, desleixo e incompetência. E agora temos que valorizar essa eleição do ano passado”.
 
“Infelizmente”, continuou o presidente da central, “não conseguimos fazer o serviço completo. Elegemos Lula numa frente ampla, mas não um congresso nacional representativo da sociedade”.
 
Realista e solidário
 
Miguel disse que, por isso, Lula não tem como enfrentar o ‘centrão’ em defesa dos interesses dos trabalhadores e do país. Para ele, senado e câmara elitistas não refletem a maioria do povo.
 
Sobre Pestana, o dirigente da central disse tratar-se de “um companheiro combativo, realista, solidário, para quem não há tempo ruim”. Elogiou sua atuação à frente da Fttresp.
 
O presidente da Força Sindical enalteceu a importância dos trabalhadores em transportes de cargas e de passageiros para o desenvolvimento do país.
 
Sanha privatista
 
O secretário de transporte e logística da central sindical CUT, Wagner Menezes ‘Marrom’, também saudou a posse de Pestana e o 70º aniversário da federação num discurso bastante politizado.
 
Seu alvo principal foi a “sanha privatista” do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). “Ele quer privatizar a Sabesp, o metrô e todo o patrimônio do estado de São Paulo”.
 
Marrom condenou as privatizações e alertou que as estatais, entregues à iniciativa privada, “encarecem e tornam precários os serviços públicos em prejuízo da população”.
 
Unidade dos trabalhadores
 
Pestana, em seu discurso, defendeu a unidade da categoria e da classe trabalhadora. Ele foi reeleito para o terceiro mandato em 4 de março e empossado oficialmente cinco dias depois.
 
Em 28 de junho, foi eleito para primeiro mandato na presidência da CNTTT (confederação nacional dos trabalhadores em transportes terrestres), com sede em Brasília.
 
A CNTTT representa 13 federações estaduais que agregam 313 sindicatos, representando mais de 5 milhões de trabalhadores no transporte de cargas, passageiros e logística.
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Na foto, os presidentes nacional da Força Sindical e da federação dos trabalhadores em transportes rodoviários, Miguel Torres e Valdir Pestana
O movimento sindical dos trabalhadores sobrevive porque Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou a eleição de 2022. Se Jair Bolsonaro (PL) tivesse sido reeleito, os sindicatos hoje estariam sob risco de extinção.
 
A opinião é do presidente nacional da central Força Sindical, Miguel Torres, que participou, sexta-feira (1º), da posse do presidente da Fttresp, Valdir de Souza Pestana.
 
Fttresp é a federação dos 104 sindicatos de 1,5 milhão de trabalhadores em transportes rodoviários do estado de São Paulo, que completou 70 anos no mesmo dia.
 
Página nefasta
 
Miguel disse que, por meio de projetos de leis, propostas de emendas constitucionais, decretos, portarias e outros instrumentos, Bolsonaro perseguiu os sindicatos.
 
“Viramos uma página nefasta do país”, disse o dirigente. “Uma página de negligência, desleixo e incompetência. E agora temos que valorizar essa eleição do ano passado”.
 
“Infelizmente”, continuou o presidente da central, “não conseguimos fazer o serviço completo. Elegemos Lula numa frente ampla, mas não um congresso nacional representativo da sociedade”.
 
Realista e solidário
 
Miguel disse que, por isso, Lula não tem como enfrentar o ‘centrão’ em defesa dos interesses dos trabalhadores e do país. Para ele, senado e câmara elitistas não refletem a maioria do povo.
 
Sobre Pestana, o dirigente da central disse tratar-se de “um companheiro combativo, realista, solidário, para quem não há tempo ruim”. Elogiou sua atuação à frente da Fttresp.
 
O presidente da Força Sindical enalteceu a importância dos trabalhadores em transportes de cargas e de passageiros para o desenvolvimento do país.
 
Sanha privatista
 
O secretário de transporte e logística da central sindical CUT, Wagner Menezes ‘Marrom’, também saudou a posse de Pestana e o 70º aniversário da federação num discurso bastante politizado.
 
Seu alvo principal foi a “sanha privatista” do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). “Ele quer privatizar a Sabesp, o metrô e todo o patrimônio do estado de São Paulo”.
 
Marrom condenou as privatizações e alertou que as estatais, entregues à iniciativa privada, “encarecem e tornam precários os serviços públicos em prejuízo da população”.
 
Unidade dos trabalhadores
 
Pestana, em seu discurso, defendeu a unidade da categoria e da classe trabalhadora. Ele foi reeleito para o terceiro mandato em 4 de março e empossado oficialmente cinco dias depois.
 
Em 28 de junho, foi eleito para primeiro mandato na presidência da CNTTT (confederação nacional dos trabalhadores em transportes terrestres), com sede em Brasília.
 
A CNTTT representa 13 federações estaduais que agregam 313 sindicatos, representando mais de 5 milhões de trabalhadores no transporte de cargas, passageiros e logística.