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Força Sindical defende direitos no Congresso da FEDUSA
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Representando a Força Sindical, João Fuentes, presidente do Sindicato dos Comerciários de Bragança Paulista, e membro da direção nacional da Força Sindical, defende trabalho digno, redução da jornada e solidariedade internacional no Congresso da FEDUSA

João Fuentes participou do Congresso da FEDUSA, na África do Sul, representando a Força Sindical e seu presidente, Miguel Torres, para fortalecer a solidariedade internacional.
Durante seu discurso, o dirigente destacou os desafios impostos pelas transformações tecnológicas, pela inteligência artificial, pela precarização das relações trabalhistas e pela crescente desigualdade social.
Além disso, Fuentes defendeu que o desenvolvimento econômico deve beneficiar toda a sociedade, garantindo empregos dignos, proteção social e participação efetiva dos trabalhadores organizados.
“A tecnologia deve servir à humanidade, e não apenas ao lucro de uma pequena parcela da sociedade!”, afirmou, ao defender avanços tecnológicos com justiça social.

O representante brasileiro também destacou a importância da negociação coletiva, da liberdade sindical e da redução da jornada de trabalho, sem redução dos salários dos trabalhadores.
Nesse sentido, ressaltou que sindicatos fortes e representativos são fundamentais para enfrentar a exploração, combater desigualdades e assegurar condições dignas de trabalho para todos.
Ao abordar a história da África do Sul, Rubens destacou que conquistas sociais exigem organização, coragem e solidariedade entre trabalhadores de diferentes países e continentes.
“Porque o capital se organiza globalmente, e os trabalhadores também precisam se organizar globalmente!”, declarou, reforçando a necessidade de ampliar a cooperação sindical entre países.
Por fim, reafirmou o compromisso da Força Sindical com a FEDUSA e defendeu maior participação dos trabalhadores nas decisões que definirão o futuro do trabalho.
“Nossas bandeiras podem ter cores diferentes, nossos idiomas podem ser diferentes, mas a nossa luta é a mesma!”, concluiu, defendendo unidade, organização e mobilização sindical.
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