As Federações nacional e estadual dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis – Fenepospetro e Fepospetro - manifestam profundo repúdio a mais um ataque contra as mulheres e a liberdade da imprensa.
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As entidades reiteram que jornalistas devem poder fazer seu trabalho sem medo de retaliação. "Conclamamos a sociedade a não permanecer silente diante de quaisquer tentativas de ataques à imprensa, instrumento essencial de manutenção da democracia", afirma Eusébio Pinto, Presidente da Fenepospetro.

“A ofensa que o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), fez à jornalista na última terça-feira (18) atinge, não só a todos os profissionais da área, mas a todas as mulheres”, diz Francisco Soares de Souza, 1° vice-presidente da Fenepospetro, entidade que reúne 58 sindicatos e 500 mil trabalhadores.

Luiz Arraes, presidente da Fepospetro alerta que desde o início o presidente Bolsonaro não respeita a democracia, o trabalho jornalístico e, acima de tudo, não respeita a mulher e a dignidade humana. "É preciso que a sociedade abra os olhos para todas estas atitudes incabíveis do presidente da República.

com informações da Fepospetro e Fenepospetro

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As entidades reiteram que jornalistas devem poder fazer seu trabalho sem medo de retaliação. "Conclamamos a sociedade a não permanecer silente diante de quaisquer tentativas de ataques à imprensa, instrumento essencial de manutenção da democracia", afirma Eusébio Pinto, Presidente da Fenepospetro.

“A ofensa que o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), fez à jornalista na última terça-feira (18) atinge, não só a todos os profissionais da área, mas a todas as mulheres”, diz Francisco Soares de Souza, 1° vice-presidente da Fenepospetro, entidade que reúne 58 sindicatos e 500 mil trabalhadores.

Luiz Arraes, presidente da Fepospetro alerta que desde o início o presidente Bolsonaro não respeita a democracia, o trabalho jornalístico e, acima de tudo, não respeita a mulher e a dignidade humana. "É preciso que a sociedade abra os olhos para todas estas atitudes incabíveis do presidente da República.

com informações da Fepospetro e Fenepospetro