A Organização Internacional do Trabalho (OIT) está cobrando do governo brasileiro explicações sobre reformas e medidas que tem sido adotadas ultimamente no Brasil para destruir os direitos da classe trabalhadora e que violam convenções internacionais.
TrabalhoCrédito: Arquivo
São elas: a nefasta reforma trabalhista de 2017, aprovada no “desgoverno” Temer, e as medidas provisórias 927 e 936, adotadas no ano passado pelo atual “desgoverno”, por conta da pandemia, permitindo a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salário e jornada.
 
A reforma trabalhista, que podemos chamar de deforma, não gerou os empregos prometidos e só serviu para precarizar as relações de trabalho e barrar o desenvolvimento produtivo, econômico e social no Brasil.
 
O desemprego está atingindo mais de 14 milhões de trabalhadores, a informalidade e o desalento só crescem e mais e mais pessoas estão em risco social, na pobreza e na miséria.
 
chico do sindicatoCrédito: Arquivo
“É importante esta pressão da OIT, para coibir o autoritarismo em relação às leis e conquistas sociais e trabalhistas e barrar a repressão contra as mobilizações, greves e assembleias sindicais. Os setores produtivos, a classe trabalhadora e o movimento sindical precisam ser ouvidos e a democracia deve ser plenamente respeitada, sem violência, perseguição e práticas antissindicais”, diz Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP.
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São elas: a nefasta reforma trabalhista de 2017, aprovada no “desgoverno” Temer, e as medidas provisórias 927 e 936, adotadas no ano passado pelo atual “desgoverno”, por conta da pandemia, permitindo a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salário e jornada.
 
A reforma trabalhista, que podemos chamar de deforma, não gerou os empregos prometidos e só serviu para precarizar as relações de trabalho e barrar o desenvolvimento produtivo, econômico e social no Brasil.
 
O desemprego está atingindo mais de 14 milhões de trabalhadores, a informalidade e o desalento só crescem e mais e mais pessoas estão em risco social, na pobreza e na miséria.
 
chico do sindicatoCrédito: Arquivo
“É importante esta pressão da OIT, para coibir o autoritarismo em relação às leis e conquistas sociais e trabalhistas e barrar a repressão contra as mobilizações, greves e assembleias sindicais. Os setores produtivos, a classe trabalhadora e o movimento sindical precisam ser ouvidos e a democracia deve ser plenamente respeitada, sem violência, perseguição e práticas antissindicais”, diz Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP.