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Trabalhadores da saúde protestam e cobram valorização
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
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Trabalhadores da saúde protestam em São Paulo por valorização, igualdade nos benefícios e avanços nas negociações coletivas da categoria
Trabalhadores da saúde realizaram paralisação e protesto nesta quinta-feira, 3 de setembro, diante da Prefeitura de São Paulo, localizada no Viaduto do Chá.
Convocada pelo SinSaúdeSP, a mobilização reuniu profissionais das Organizações Sociais, Santas Casas e hospitais filantrópicos, que reivindicam valorização e avanços nas negociações coletivas atuais.
Além disso, os trabalhadores cobram igualdade nos benefícios concedidos aos profissionais da saúde e defendem melhores condições para auxiliares, técnicos de enfermagem e demais categorias.
Entre as principais reivindicações, a categoria destaca a equiparação do vale-alimentação, apontando diferenças nos valores atualmente pagos aos profissionais que trabalham na rede municipal paulistana.
Segundo o Sindicato, agentes comunitários passaram a receber R$ 500, enquanto auxiliares, técnicos de enfermagem e outros profissionais permanecem recebendo benefício mensal de R$ 200.
Ao mesmo tempo, trabalhadores das Organizações Sociais reivindicam a aplicação dos valores previstos na proposta apresentada durante as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2026.
Presidido por Jefferson Caproni, o SinSaúdeSP cobra abertura de mesa de diálogo com Ricardo Nunes e respostas da administração municipal às reivindicações apresentadas pela categoria.
Na quarta-feira, 2 de setembro, o Sindicato estabeleceu prazo até as 13 horas desta quinta-feira para receber uma resposta da Prefeitura sobre suas reivindicações apresentadas.
Além disso, a entidade convocou uma Assembleia Geral Extraordinária durante a manifestação, permitindo aos trabalhadores avaliarem os próximos passos da mobilização e das negociações coletivas.
“Ricardo Nunes, preste atenção: quinta-feira, 1 hora da tarde, é o prazo final e, se a resposta não vier, prefeito, a responsabilidade será toda sua!”, afirmou a entidade na publicação.
Observação: a declaração foi mantida integralmente, conforme o texto original; por isso, a citação não segue a regra de 25 palavras por parágrafo.
Anteriormente, o SinSaúdeSP anunciou que o protesto marcaria o início da greve e alertou sobre possível continuidade da paralisação diante da ausência de respostas concretas.
Caso as reivindicações não sejam atendidas, os trabalhadores poderão ampliar o movimento com novos protestos, manifestações públicas, concentrações e assembleias permanentes em defesa dos direitos reivindicados.
Por fim, o Sindicato reforçou a união dos profissionais para cobrar melhores condições de trabalho, reconhecimento, valorização profissional e avanços efetivos nas negociações coletivas da categoria.
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