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Copom anuncia Selic, nesta quarta (18), com expectativa de corte
quarta-feira, 18 de março de 2026
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Copom divulga hoje à noite a Selic; mercado projeta corte para 14,75% e ciclo gradual de redução até final 2026, com impacto na economia

Copom anuncia Selic, nesta quarta (18), com expectativa de corte – Foto: Agência Brasil
O Comitê de Política Monetária anunciará, nesta quarta-feira (18), a decisão sobre a nova taxa Selic que definirá os rumos da política econômica nacional.
Além disso, o mercado financeiro projeta início de cortes. Portanto, a expectativa indica redução de 0,25 ponto percentual, levando a taxa de 15% para 14,75% ao ano.
De acordo com o Boletim Focus, analistas esperam flexibilização gradual. Dessa forma, a Selic deve encerrar 2026 próxima de 12,25% ao ano.
Na ata de janeiro, o Copom indicou início dos cortes em março. No entanto, tensões internacionais passaram a influenciar diretamente as expectativas do mercado financeiro.
O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã elevou incertezas. Assim, algumas instituições passaram a considerar até mesmo o adiamento da redução dos juros.
Antes desse cenário, o mercado projetava corte maior. Entretanto, a expectativa anterior de redução de 0,5 ponto percentual foi revista para um ajuste mais cauteloso.
Por outro lado, as centrais sindicais realizaram ato nesta terça-feira (17). Em São Paulo, dirigentes protestaram em frente a sede do Banco Central contra os juros elevados.
Durante a mobilização, representantes da CUT, Força Sindical, UGT e CTB cobraram redução imediata da Selic. Além disso, defenderam crescimento econômico com geração de empregos.
Eles afirmam que juros altos travam a economia e dificultam o desenvolvimento produtivo nacional.
Além disso, destacam que o crédito caro reduz investimentos. Consequentemente, empresas produzem menos, limitam contratações e enfraquecem o mercado de trabalho no país.
Nesse contexto, o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, criticou os juros elevados e afirmou:
“Precisamos baixar os juros para gerar empregos dignos e fortalecer a economia”.
A decisão influencia diretamente o custo do dinheiro e, consequentemente, o nível de atividade econômica e a geração de empregos no país.
Consequentemente, a decisão do Copom influencia diretamente o custo do dinheiro. Assim, afeta o nível de atividade econômica e o ritmo de crescimento nacional.
Matéria publicada originalmente no site Rádio Peão Brasil




























