entregadoresCrédito: RPB
Entregadores aguardam na rua próximas chamadas
O IBGE mostrou que no trimestre encerrado em outubro os trabalhadores por conta própria no Brasil somavam 25,4 milhões, ou 1/4 da população ocupada 5 milhões a mais do que em 2012.
 
Desse grupo a maioria (18,67 milhões) ainda é informal.
 
O indicador recém criado pelo FGV IBRE, Sondagem do Mercado de Trabalho, mostrou que essa taxa de informalidade existe mais por necessidade e força das consequências do que por vontade dos trabalhadores em empreender.
 
De acordo com informações do Blog do Ibre, “do total de respondentes que trabalhavam nesse regime, 69,4% responderam que preferiam estar empregados em uma empresa. Quando se analisa esse resultado abrindo por faixa de renda, observa-se que entre trabalhadores com renda mensal de até 2 salários-mínimos esse percentual sobe a 74,9%, afirma Rodolpho Tobler, coordenador da pesquisa. As principais justificativas desse grupo para essa preferência são ter rendimentos fixos (37,8% de respostas) e ter acesso a benefícios (31,8%). Por sua vez, entre o grupo de trabalhadores com rendimento acima de 2 salários-mínimos que afirmaram preferir ser conta-própria (43,3%), as motivações mais citadas foram ter rendimentos maiores nesse esquema de trabalho (21,1%) e ter flexibilidade de horário (17,6%)”.
 
A pesquisa mostra que “Entre os empregados sem registro (empregado sem carteira assinada, conta-própria sem CNPJ e empregador sem CNPJ), 87,7% afirmaram que prefeririam estar registrado com carteira assinada ou ter CNPJ – novamente, o percentual sobe (para 89,5%) quando se trata de trabalhadores com rendimento até 2 salários-mínimos” e afirma ainda que se trata  de uma situação que “tende a ser permanente” e que “novas tendências como a economia por aplicativo alimenta esse caráter dual do mercado de trabalho, em que o trabalho por conta própria deverá manter uma importante participação”.
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Entregadores aguardam na rua próximas chamadas
O IBGE mostrou que no trimestre encerrado em outubro os trabalhadores por conta própria no Brasil somavam 25,4 milhões, ou 1/4 da população ocupada 5 milhões a mais do que em 2012.
 
Desse grupo a maioria (18,67 milhões) ainda é informal.
 
O indicador recém criado pelo FGV IBRE, Sondagem do Mercado de Trabalho, mostrou que essa taxa de informalidade existe mais por necessidade e força das consequências do que por vontade dos trabalhadores em empreender.
 
De acordo com informações do Blog do Ibre, “do total de respondentes que trabalhavam nesse regime, 69,4% responderam que preferiam estar empregados em uma empresa. Quando se analisa esse resultado abrindo por faixa de renda, observa-se que entre trabalhadores com renda mensal de até 2 salários-mínimos esse percentual sobe a 74,9%, afirma Rodolpho Tobler, coordenador da pesquisa. As principais justificativas desse grupo para essa preferência são ter rendimentos fixos (37,8% de respostas) e ter acesso a benefícios (31,8%). Por sua vez, entre o grupo de trabalhadores com rendimento acima de 2 salários-mínimos que afirmaram preferir ser conta-própria (43,3%), as motivações mais citadas foram ter rendimentos maiores nesse esquema de trabalho (21,1%) e ter flexibilidade de horário (17,6%)”.
 
A pesquisa mostra que “Entre os empregados sem registro (empregado sem carteira assinada, conta-própria sem CNPJ e empregador sem CNPJ), 87,7% afirmaram que prefeririam estar registrado com carteira assinada ou ter CNPJ – novamente, o percentual sobe (para 89,5%) quando se trata de trabalhadores com rendimento até 2 salários-mínimos” e afirma ainda que se trata  de uma situação que “tende a ser permanente” e que “novas tendências como a economia por aplicativo alimenta esse caráter dual do mercado de trabalho, em que o trabalho por conta própria deverá manter uma importante participação”.