Miguel
O Brasil precisa voltar aos trilhos do desenvolvimento econômico. Este é o grande desafio do País, tanto para a classe trabalhadora quanto para a classe empresarial progressista e desenvolvimentista.
 
Defendemos, porém, um desenvolvimento que seja justo para todos, que se conquista com geração de empregos de qualidade para todos, trabalho decente, salários dignos, distribuição de renda, inclusão e justiça social.
 
E com os direitos sociais, trabalhistas, sindicais e previdenciários mantidos e ampliados. Vale lembrar que a reforma trabalhista de 2017 prometeu que iria gerar milhões de empregos e não gerou. 
 
Ao contrário, temos hoje milhões de desempregados, no desalento, em trabalhos precários, intermitentes; e outros milhões estão em risco social, excluídos da sociedade e passando fome.
 
Debater o empreendedorismo, sem tocar nestas questões sociais, não surtirá o efeito almejado. A agenda do empreendedorismo não pode ser antagônica à agenda dos trabalhadores e do desenvolvimento. Precisamos gerar empregos com direitos e valorizar o movimento sindical atuante e as boas relações de trabalho entre as classes trabalhadora e empresarial.
 
Colocar os salários, os direitos e o próprio sindicalismo na lista do chamado “custo Brasil” é um erro, uma injustiça, uma inverdade.
 
A luta faz a lei!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
Miguel
O Brasil precisa voltar aos trilhos do desenvolvimento econômico. Este é o grande desafio do País, tanto para a classe trabalhadora quanto para a classe empresarial progressista e desenvolvimentista.
 
Defendemos, porém, um desenvolvimento que seja justo para todos, que se conquista com geração de empregos de qualidade para todos, trabalho decente, salários dignos, distribuição de renda, inclusão e justiça social.
 
E com os direitos sociais, trabalhistas, sindicais e previdenciários mantidos e ampliados. Vale lembrar que a reforma trabalhista de 2017 prometeu que iria gerar milhões de empregos e não gerou. 
 
Ao contrário, temos hoje milhões de desempregados, no desalento, em trabalhos precários, intermitentes; e outros milhões estão em risco social, excluídos da sociedade e passando fome.
 
Debater o empreendedorismo, sem tocar nestas questões sociais, não surtirá o efeito almejado. A agenda do empreendedorismo não pode ser antagônica à agenda dos trabalhadores e do desenvolvimento. Precisamos gerar empregos com direitos e valorizar o movimento sindical atuante e as boas relações de trabalho entre as classes trabalhadora e empresarial.
 
Colocar os salários, os direitos e o próprio sindicalismo na lista do chamado “custo Brasil” é um erro, uma injustiça, uma inverdade.
 
A luta faz a lei!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes