Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central estarão reunidos, hoje e amanhã (dias 10 e 11), para decidir se a taxa básica de juros (Selic) será mantida, elevada ou reduzida – e se a última opção prevalecer, de quanto será a redução.

Esperamos que, desta vez, o bom senso prevaleça entre os tecnocratas do governo, e os juros sejam reduzidos de forma contundente, e não no formato conta-gotas, como o acontecido nas duas últimas reuniões, após uma sequência insuportável de aumentos.

A Força Sindical, que sempre se posicionou contra os juros exorbitantes, estará, mais uma vez, protestando e pressionando os economistas do Copom para que os juros sofram uma redução drástica e, consequentemente, os empregos ressurjam e as desigualdades sociais sejam diminuídas.

Os juros altos são um dos principais responsáveis pela fuga dos investimentos no setor produtivo, pelo marasmo da produção e do consumo, pelo achatamento dos salários, pelo desemprego, pelo crédito caro e pela fragilidade do real, entre outras consequências indesejáveis.

Reduzir a taxa drasticamente representa oferecer ar para que o setor produtivo volte a respirar, e, acima de tudo, a boa intenção do governo de fazer com que o Brasil retome o caminho do seu crescimento econômico. Tudo aquilo que os brasileiros almejam!

Paulo Pereira da Silva, Paulinho
presidente da Força Sindical e deputado federal

Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central estarão reunidos, hoje e amanhã (dias 10 e 11), para decidir se a taxa básica de juros (Selic) será mantida, elevada ou reduzida – e se a última opção prevalecer, de quanto será a redução.

Esperamos que, desta vez, o bom senso prevaleça entre os tecnocratas do governo, e os juros sejam reduzidos de forma contundente, e não no formato conta-gotas, como o acontecido nas duas últimas reuniões, após uma sequência insuportável de aumentos.

A Força Sindical, que sempre se posicionou contra os juros exorbitantes, estará, mais uma vez, protestando e pressionando os economistas do Copom para que os juros sofram uma redução drástica e, consequentemente, os empregos ressurjam e as desigualdades sociais sejam diminuídas.

Os juros altos são um dos principais responsáveis pela fuga dos investimentos no setor produtivo, pelo marasmo da produção e do consumo, pelo achatamento dos salários, pelo desemprego, pelo crédito caro e pela fragilidade do real, entre outras consequências indesejáveis.

Reduzir a taxa drasticamente representa oferecer ar para que o setor produtivo volte a respirar, e, acima de tudo, a boa intenção do governo de fazer com que o Brasil retome o caminho do seu crescimento econômico. Tudo aquilo que os brasileiros almejam!

Paulo Pereira da Silva, Paulinho
presidente da Força Sindical e deputado federal