João Guilherme Vargas Netto
João Guilherme Vargas Netto
Há quase 40 anos o grande dirigente sindical Hugo Perez poetizava assim a necessidade da luta, da unidade e da solidariedade para os trabalhadores.
 
Os metalúrgicos da Renault, em greve, juntamente com os companheiros do Brasil Metalúrgico e de milhares de outros trabalhadores corporificam hoje a poesia do dirigente.
 
À valente greve efetivada com o apoio do sindicato vão se somando os gestos de solidariedade efetiva que demonstram a unidade de ação.
 
Tivemos ontem, dia 30, uma jornada nacional com manifestações nas concessionárias da Renault em apoio aos grevistas que conseguiu chamar a atenção até mesmo da mídia grande para a justa luta travada em São José dos Pinhais.
 
Vários movimentos populares difundem em suas redes sociais os filmes que testemunham a luta e o seu apoio a ela, respaldados por políticos de renome.
 
Os familiares dos metalúrgicos – demitidos ou não – têm emocionado a opinião pública e angariado a simpatia de todos.
 
Em vários países as entidades sindicais têm se manifestado solidárias com os brasileiros e pressionam a empresa multinacional contra sua estratégia de cortes.
 
A Renault brasileira, cuja direção atual parece encarnar o espírito de seu fundador, Louis Renault, preso e condenado na França depois da Segunda Guerra Mundial por colaboração com os nazistas, tem tentado de maneira insistente dividir os trabalhadores, amedrontá-los e, com fake news canhestras, disfarçar sua intransigência.
 
Em uma medida desesperada cortou parte dos salários dos grevistas e foi rapidamente enfrentada pelo sindicato que disponibilizou suas reservas como um fundo de greve emergencial.
 
Também aí se manifestou imediatamente o espírito unitário de solidariedade com a criação de um amplo movimento nacional de coleta de fundos – financeiros e materiais – para ajuda aos grevistas, aos trabalhadores e ao sindicato.
 
Persistir na greve e quebrar a intransigência da empresa demonstrando às forças políticas e aos aliados (como, por exemplo, na audiência pública na Assembleia Legislativa Estadual), o egoísmo interesseiro dela, tem sido o eixo das ações do sindicato, agora mais que nunca respaldadas por um apoio unânime, crescente e vigilante de todos os trabalhadores.
 
João Guilherme Vargas Netto
Membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo
Há quase 40 anos o grande dirigente sindical Hugo Perez poetizava assim a necessidade da luta, da unidade e da solidariedade para os trabalhadores.
 
Os metalúrgicos da Renault, em greve, juntamente com os companheiros do Brasil Metalúrgico e de milhares de outros trabalhadores corporificam hoje a poesia do dirigente.
 
À valente greve efetivada com o apoio do sindicato vão se somando os gestos de solidariedade efetiva que demonstram a unidade de ação.
 
Tivemos ontem, dia 30, uma jornada nacional com manifestações nas concessionárias da Renault em apoio aos grevistas que conseguiu chamar a atenção até mesmo da mídia grande para a justa luta travada em São José dos Pinhais.
 
Vários movimentos populares difundem em suas redes sociais os filmes que testemunham a luta e o seu apoio a ela, respaldados por políticos de renome.
 
Os familiares dos metalúrgicos – demitidos ou não – têm emocionado a opinião pública e angariado a simpatia de todos.
 
Em vários países as entidades sindicais têm se manifestado solidárias com os brasileiros e pressionam a empresa multinacional contra sua estratégia de cortes.
 
A Renault brasileira, cuja direção atual parece encarnar o espírito de seu fundador, Louis Renault, preso e condenado na França depois da Segunda Guerra Mundial por colaboração com os nazistas, tem tentado de maneira insistente dividir os trabalhadores, amedrontá-los e, com fake news canhestras, disfarçar sua intransigência.
 
Em uma medida desesperada cortou parte dos salários dos grevistas e foi rapidamente enfrentada pelo sindicato que disponibilizou suas reservas como um fundo de greve emergencial.
 
Também aí se manifestou imediatamente o espírito unitário de solidariedade com a criação de um amplo movimento nacional de coleta de fundos – financeiros e materiais – para ajuda aos grevistas, aos trabalhadores e ao sindicato.
 
Persistir na greve e quebrar a intransigência da empresa demonstrando às forças políticas e aos aliados (como, por exemplo, na audiência pública na Assembleia Legislativa Estadual), o egoísmo interesseiro dela, tem sido o eixo das ações do sindicato, agora mais que nunca respaldadas por um apoio unânime, crescente e vigilante de todos os trabalhadores.
 
João Guilherme Vargas Netto
Membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo