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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
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Trabalho escravo moderno esconde exploração e viola direitos
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Artigos
Artigo jurídico denuncia o trabalho escravo contemporâneo, a responsabilidade das empresas e a omissão estatal diante da exploração humana
A escravidão foi oficialmente abolida no Brasil em 1888. Entretanto, novas formas de exploração continuam ameaçando a dignidade e os direitos fundamentais dos trabalhadores.
No artigo “A escravidão que o mercado aprendeu a esconder”, as advogadas Alessandra Eduarda Gonçalves de Lima dos Santos e Rafaela Damaceno da Costa Manhães denunciam a permanência dessas práticas.
Fundadoras do escritório Lima & Damaceno Sociedade de Advogados, as autoras analisam como a precarização, a terceirização e a omissão estatal favorecem a exploração humana.
Além disso, o estudo destaca que jornadas exaustivas, condições degradantes e servidão por dívida caracterizam formas contemporâneas de escravidão, inclusive nos grandes centros urbanos.
Segundo dados apresentados no artigo, o Brasil resgatou mais de 65 mil trabalhadores em condições análogas à escravidão entre os anos de 1995 e 2024.
As autoras também questionam a responsabilidade das empresas que lucram com cadeias produtivas marcadas pela exploração, mesmo quando alegam desconhecer as condições dos trabalhadores.
Nesse contexto, o artigo aborda a teoria da cegueira deliberada, destacando que empresas não podem ignorar intencionalmente violações trabalhistas para afastar suas responsabilidades jurídicas e sociais.
O estudo também relaciona o trabalho escravo ao tráfico de pessoas, à vulnerabilidade social e à insuficiência da fiscalização estatal em diferentes regiões brasileiras.
Além disso, as advogadas recordam a Chacina de Unaí, ocorrida em 2004, quando três auditores fiscais do trabalho e um motorista foram assassinados durante fiscalização.
Por fim, o artigo defende maior responsabilização empresarial, fiscalização efetiva e atuação permanente do Estado para combater práticas que transformam a vulnerabilidade humana em lucro.
A análise reforça que o enfrentamento do trabalho escravo exige medidas preventivas, responsabilização dos exploradores e compromisso institucional com a proteção dos direitos fundamentais.
Como sintetiza a chamada sugerida pelas próprias autoras:
“A escravidão nunca acabou apenas ficou mais lucrativa.”
O artigo completo, “A escravidão que o mercado aprendeu a esconder”, apresenta uma reflexão jurídica sobre os mecanismos que perpetuam a exploração humana nas relações de trabalho.
Autoras: Alessandra Eduarda Gonçalves de Lima dos Santos e Rafaela Damaceno da Costa Manhães, advogadas e fundadoras do escritório Lima & Damaceno Sociedade de Advogados.





























