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Veja fotos do Lançamento do 1º de Maio Unitário Na manhã desta terça-feira (16) dezenas de lideranças sindicais fizeram uma panfletagem para iniciar a divulgação da celebração do Dia do Trabalhador – 1º de Maio Unificado das Centrais Sindicais foi realizado, no Largo da Concórdia (Estação de Trem do Brás), em São Paulo SP. O evento, este ano, será realizado no Estacionamento da NeoQuímica Arena (Itaquerão – estádio do Corinthians), na Zona Leste da capital paulista, a partir das 10 horas. O 1º de Maio Unitário é organizado pelas centrais sindicais:

  • Central Única dos Trabalhadores (CUT);
  • Força Sindical;
  • União Geral dos Trabalhadores (UGT);
  • Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB);
  • Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST);
  • Central de Sindicatos do Brasil (CSB);
  • Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e
  • Pública – Central do Servidor
Este ano, o lema do 1º de Maio Unificado será “Por um Brasil mais Justo” e vai destacar emprego decente; correção da tabela do Imposto de Renda, juros mais baixos, aposentadoria digna, salário igual para trabalho igual e valorização do serviço público.

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Campo Grande(MS): 70% dos aposentados ganham salário mínimo

sexta-feira, 22 de março de 2013

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Campo Grande(MS): 70% dos aposentados ganham salário mínimo

Arquivo Força Sindical MS

Ao reafirmar, em Campo Grande, que apenas 30% dos segurados do INSS hoje estão acima do salário mínimo de R$ 678,00, o presidente nacional do Sindinapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), João Inocentini afirmou que a entidade, filiada à Força Sindical, está em luta permanente contra o Governo Federal para reverter esse quadro. “A cada dia que passa, diminui o poder de compra do salário dos aposentados em Mato Grosso do Sul e no Brasil”, afirmou o líder sindical que está no Estado para participar de uma Plenária do Sindnapi/MS.

O presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, Idelmar da Mota Lima, que também participa da plenária, lamentou essa que chamou de “dura realidade” dos aposentados brasileiros. “Para entender bem o que esses honrados trabalhadores atravessam hoje, basta exemplificar o caso de um dos aposentados aqui presentes que há 8 anos se aposentou com o equivalente a 10 salários mínimos. Hoje seus ganhos mensais foram reduzidos pela metade em relação aos valores atuais do salário mínimo”, afirmou.
O presidente do Sindnapi/MS, professor Jânio Batista de Macedo disse que essa é apenas um dos “assaltos” ao bolso dos aposentados. Ele teceu também duras críticas ao fator previdenciário que, de cara, já reduz em até 40% o valor das aposentadorias daqueles profissionais que dedicaram sua vida em favor do desenvolvimento do Brasil. “Esse famigerado fator previdenciário sacrifica a vida de muitos cidadãos de bem, que merecem ter uma vida digna nesse período de aposentadoria”, comentou.
Uma das consequências dessa série de “extorsões” ao bolso dos aposentados, segundo João Inocentini, é o retorno do aposentado ao mercado de trabalho, ocupando espaços que deveriam ser tomados por novos profissionais. Outra consequência é o desemprego e a dificuldade dos jovens ingressarem no mercado de trabalho.
Dezenas de aposentados de Campo Grande e interior de Mato Grosso do Sul participam da plenária do Sindnapi/MS, em sua sede no Bairro Maria Aparecida Pedrossian. Além de Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, participam do evento o vice-presidente da central, Adauto Cândido de Almeida e o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande, Apolônio Aires de Souza e Wilson Melo, diretor nacional de turismo do Sindnapi.
INDIGNAÇÃO
A insatisfação dos aposentados vem crescendo desde o início do governo Dilma. As promessas que a presidenta fez na campanha eleitoral de 2010 até agora não foram cumpridas: o Fator Previdenciário continua a cortar a renda de quem se aposenta e a recuperação do poder aquisitivo das aposentadorias, outra promessa de campanha, também foi esquecida. Essas duas malvadezas conjugadas estão jogando, a cada ano que passa, enormes contingentes de aposentados na vala do salário mínimo. Para piorar a situação, a presidenta não recebe para conversar os dirigentes sindicais dos aposentados.
Segundo o Sindnapi, o reajuste de 6,2% dessa faixa, agora em janeiro, sem aumento real, jogou mais 300 mil aposentados no nível do salário mínimo. Inocentini, por sua vez, lembrou que o governo diz que a Previdência Social não tem dinheiro, mas tirou dela R$ 17 bilhões da contribuição obrigatória dos empresários para o INSS e deu para meia dúzia deles. Os empresários não retribuíram a generosidade com o aumento da oferta de empregos. “O dinheiro aumentou o lucro deles”, desabafou Inocentini. E acrescentou: “Estamos na luta, na rua, para mostrar ao governo que queremos respeito e dignidade”.

 

Ao reafirmar, em Campo Grande, que apenas 30% dos segurados do INSS hoje estão acima do salário mínimo de R$ 678,00, o presidente nacional do Sindinapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), João Inocentini afirmou que a entidade, filiada à Força Sindical, está em luta permanente contra o Governo Federal para reverter esse quadro. “A cada dia que passa, diminui o poder de compra do salário dos aposentados em Mato Grosso do Sul e no Brasil”, afirmou o líder sindical que está no Estado para participar de uma Plenária do Sindnapi/MS.

O presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, Idelmar da Mota Lima, que também participa da plenária, lamentou essa que chamou de “dura realidade” dos aposentados brasileiros. “Para entender bem o que esses honrados trabalhadores atravessam hoje, basta exemplificar o caso de um dos aposentados aqui presentes que há 8 anos se aposentou com o equivalente a 10 salários mínimos. Hoje seus ganhos mensais foram reduzidos pela metade em relação aos valores atuais do salário mínimo”, afirmou.

O presidente do Sindnapi/MS, professor Jânio Batista de Macedo disse que essa é apenas um dos “assaltos” ao bolso dos aposentados. Ele teceu também duras críticas ao fator previdenciário que, de cara, já reduz em até 40% o valor das aposentadorias daqueles profissionais que dedicaram sua vida em favor do desenvolvimento do Brasil. “Esse famigerado fator previdenciário sacrifica a vida de muitos cidadãos de bem, que merecem ter uma vida digna nesse período de aposentadoria”, comentou.

Uma das consequências dessa série de “extorsões” ao bolso dos aposentados, segundo João Inocentini, é o retorno do aposentado ao mercado de trabalho, ocupando espaços que deveriam ser tomados por novos profissionais. Outra consequência é o desemprego e a dificuldade dos jovens ingressarem no mercado de trabalho.

Dezenas de aposentados de Campo Grande e interior de Mato Grosso do Sul participam da plenária do Sindnapi/MS, em sua sede no Bairro Maria Aparecida Pedrossian. Além de Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, participam do evento o vice-presidente da central, Adauto Cândido de Almeida e o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande, Apolônio Aires de Souza e Wilson Melo, diretor nacional de turismo do Sindnapi.

INDIGNAÇÃO

A insatisfação dos aposentados vem crescendo desde o início do governo Dilma. As promessas que a presidenta fez na campanha eleitoral de 2010 até agora não foram cumpridas: o Fator Previdenciário continua a cortar a renda de quem se aposenta e a recuperação do poder aquisitivo das aposentadorias, outra promessa de campanha, também foi esquecida. Essas duas malvadezas conjugadas estão jogando, a cada ano que passa, enormes contingentes de aposentados na vala do salário mínimo. Para piorar a situação, a presidenta não recebe para conversar os dirigentes sindicais dos aposentados.

Segundo o Sindnapi, o reajuste de 6,2% dessa faixa, agora em janeiro, sem aumento real, jogou mais 300 mil aposentados no nível do salário mínimo. Inocentini, por sua vez, lembrou que o governo diz que a Previdência Social não tem dinheiro, mas tirou dela R$ 17 bilhões da contribuição obrigatória dos empresários para o INSS e deu para meia dúzia deles. Os empresários não retribuíram a generosidade com o aumento da oferta de empregos. “O dinheiro aumentou o lucro deles”, desabafou Inocentini. E acrescentou: “Estamos na luta, na rua, para mostrar ao governo que queremos respeito e dignidade”.

 

 

 

Fonte: Assessoria de imprensa da Força Sindical

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