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Centrais convocam ato na Paulista contra juros altos
quarta-feira, 11 de março de 2026
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Centrais sindicais convocam ato na Av. Paulista contra juros altos. Mobilização defende crescimento econômico, geração de empregos e redução da taxa de juros

Centrais convocam ato na Paulista contra juros altos
As centrais sindicais convocaram trabalhadores e movimentos sociais para um ato público contra os juros altos, marcado para o dia 17 de março.
A mobilização ocorrerá na Avenida Paulista, 1804, em São Paulo, a partir das 10 horas, reunindo dirigentes sindicais, trabalhadores e representantes de diversos setores.
Segundo os organizadores, a iniciativa pretende pressionar por mudanças na política monetária e defender a redução das taxas de juros no país.
Além disso, as entidades destacam que juros elevados prejudicam o crescimento econômico, dificultam investimentos produtivos e comprometem diretamente a geração de empregos, renda e oportunidades.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, destacou a importância da mobilização e que os trabalhadores e as trabalhadoras não podem aceitar juros tão altos enquanto o país precisa crescer, gerar empregos e fortalecer a indústria nacional.
“Juros elevados travam investimentos, encarecem o crédito e dificultam a vida dos trabalhadores e das empresas. Por isso, estamos chamando a sociedade para esse ato, defendendo uma política econômica que estimule o desenvolvimento, a produção e a geração de oportunidades para o povo brasileiro”.
O presidente da Força Sindical São Paulo, Danilo Pereira da Silva, também reforçou a importância da mobilização. Ele defendeu que a luta por juros mais baixos é uma luta pelo desenvolvimento do país.
“Quando os juros permanecem elevados, a indústria perde competitividade, o comércio desacelera e os investimentos diminuem. Por isso, precisamos ir às ruas e mostrar que trabalhadores e trabalhadoras querem crescimento econômico, mais empregos e políticas que fortaleçam a produção nacional”.
As centrais sindicais reforçam o chamado à participação popular, defendendo que a mobilização coletiva é fundamental para pressionar por políticas econômicas voltadas ao desenvolvimento nacional.



























