Centrais sindicais debatem como encaminhar propostas da Conclat 2022 no governo Lula
Lideranças das centrais sindicais se reuniram, na manhã desta sexta-feira (25), na sede da Força Sindical, para debater as propostas da classe trabalhadora para o próximo governo.
 
Entre outros assuntos, os dirigentes sindicais decidiram pelo apoio a aprovação urgente da PEC (Projeto de Emenda Constitucional) da Responsabilidade Social e à retomada da Política de Valorização do Salário Mínimo.
 
Leia mais: Nota das centrais sindicais: salário mínimo e PEC da Responsabilidade Social
 
A proposta, de acordo com o presidente da Força Sindical é que o valor do salário mínimo em 2023 seja de R$ 1.342,00, considerando a estimativa da inflação de 2022 somado ao PIB de 2021. "A Política de Valorização do Salário Mínimo que vigorou entre 2007 a 2019, instituída a partir de negociação com o movimento sindical brasileiro, tem um enorme alcance como política pública, atingindo cerca de 60 milhões de pessoas entre assalariados, servidores, beneficiários da Previdência e de outros beneficiários de políticas sociais."
 
Com relação a PEC os sindicalistas não concordam com o falso debate instituído em torno da PEC sobre a responsabilidade fiscal versus a responsabilidade social.
 
Os sindicalistas alertam que a responsabilidade fiscal não pode ser às custas dos trabalhadores e trabalhadoras, da população mais pobre, nem tão pouco dos investimentos necessários para reconstrução do país. Eles alertam também a importância da aprovação da PEC, pois vai liberar recursos para programas que atualmente estão praticamente zerados no orçamento de 2023, como: farmácia popular, merenda escolar, programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento real do Salário Mínimo. 

 

Centrais sindicais debatem como encaminhar propostas da Conclat 2022 no governo Lula
Lideranças das centrais sindicais se reuniram, na manhã desta sexta-feira (25), na sede da Força Sindical, para debater as propostas da classe trabalhadora para o próximo governo.
 
Entre outros assuntos, os dirigentes sindicais decidiram pelo apoio a aprovação urgente da PEC (Projeto de Emenda Constitucional) da Responsabilidade Social e à retomada da Política de Valorização do Salário Mínimo.
 
 
A proposta, de acordo com o presidente da Força Sindical é que o valor do salário mínimo em 2023 seja de R$ 1.342,00, considerando a estimativa da inflação de 2022 somado ao PIB de 2021. "A Política de Valorização do Salário Mínimo que vigorou entre 2007 a 2019, instituída a partir de negociação com o movimento sindical brasileiro, tem um enorme alcance como política pública, atingindo cerca de 60 milhões de pessoas entre assalariados, servidores, beneficiários da Previdência e de outros beneficiários de políticas sociais."
 
Com relação a PEC os sindicalistas não concordam com o falso debate instituído em torno da PEC sobre a responsabilidade fiscal versus a responsabilidade social.
 
Os sindicalistas alertam que a responsabilidade fiscal não pode ser às custas dos trabalhadores e trabalhadoras, da população mais pobre, nem tão pouco dos investimentos necessários para reconstrução do país. Eles alertam também a importância da aprovação da PEC, pois vai liberar recursos para programas que atualmente estão praticamente zerados no orçamento de 2023, como: farmácia popular, merenda escolar, programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento real do Salário Mínimo.