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Centrais sindicais debatem tarifaço com ministro da Indústria
sexta-feira, 31 de julho de 2026
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Miguel Torres e Serginho participam de reunião com ministro da Indústria para defender empregos, indústria nacional e trabalhadores diante do tarifaço dos EUA

Representantes das centrais sindicais reuniram-se, nesta sexta-feira (31), em São Paulo, com o ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, para debater os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.
Pela Força Sindical, participaram o presidente Miguel Torres e o vice-presidente Sergio Luiz Leite, Serginho, reforçando a defesa dos empregos, da indústria nacional e dos trabalhadores brasileiros.
Além disso, as centrais entregaram ao ministro um documento conjunto com propostas para enfrentar os efeitos das medidas protecionistas norte-americanas, preservando empregos, investimentos e desenvolvimento produtivo nacional.
O documento afirma:
“Diante do agravamento da guerra comercial desencadeada pelas novas medidas protecionistas do governo dos EUA, as centrais sindicais expressam preocupação com os múltiplos impactos sobre a economia nacional, os empregos e a soberania produtiva e política do Brasil”.
Entre as propostas apresentadas, destacam-se o fortalecimento da produção nacional, ampliação dos investimentos públicos, incentivo ao conteúdo local, fortalecimento do BNDES e proteção permanente dos empregos.

As entidades também defenderam o fortalecimento da organização sindical, da negociação coletiva, do Mercosul e da abertura de novos mercados, ampliando oportunidades para trabalhadores e empresas brasileiras.
Miguel Torres destacou que a defesa da indústria brasileira deve caminhar junto com a preservação dos postos de trabalho, garantindo desenvolvimento econômico, soberania nacional e proteção social.
O sindicalista ressaltou que o momento exige união entre governo, trabalhadores e setor produtivo para proteger o emprego e a economia nacional.
“O Brasil precisa responder com inteligência, diálogo e políticas que fortaleçam a indústria nacional. Nossa prioridade é preservar os empregos, estimular a produção e garantir que os trabalhadores não paguem a conta de uma disputa comercial internacional. A defesa da soberania econômica passa, necessariamente, pela valorização do trabalho e pelo fortalecimento da negociação entre todos os setores.”
Serginho ressaltou que o movimento sindical seguirá acompanhando os desdobramentos das negociações, propondo medidas que fortaleçam a economia, assegurem direitos trabalhistas e ampliem oportunidades para toda a classe trabalhadora.
“As centrais sindicais têm o compromisso de apresentar propostas concretas para proteger os trabalhadores e os setores produtivos mais afetados. Precisamos ampliar investimentos, fortalecer a indústria brasileira, preservar direitos e buscar novos mercados para manter empregos de qualidade. Esse é um momento de responsabilidade, unidade e ação coordenada em defesa do desenvolvimento nacional.”
Entre as principais propostas apresentadas pelas centrais sindicais estão:
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