Centrais sindicais debatem piso regional do mínimo no RS
Em reunião na última segunda-feira, 21, na sede da CTB, as centrais sindicais definiram posicionamento contrário a proposta do governo Ranolfo de reajuste do Salário Mínimo do RS em apenas 7,7% para o ano de 2022, já que ela sequer repõe a inflação do período que fora de 10,6%.
 
DIÁLOGO PARA SOLUÇÃO
 
Nesta terça-feira (22), em reunião com o presidente da Assembleia Legislativa do RS, Valdeci Oliveira, as Centrais pediram que o poder legislativo assim como os líderes partidários participem na construção de uma proposta que atenda minimamente a reposição das perdas sofridas no último período que já soma 15,58%, se considerarmos o INPC de 2021, que deveria ter sido concedido em fevereiro de 2022, mais a parte do reajuste que ficou para trás na data-base de fevereiro de 2021, esta relativa ao INPC de 2020.
 
"Seguimos firmes na nossa luta pelo piso regional, pela valorização do trabalhador, que merece uma vida digna. São justamente essas categorias que mais dependem desse salário e que sofrem as consequências dessa política de desvalorização, que tem gerado fome e miséria para milhares de famílias", afirma o Diretor Claudio Correa. 
 
Com informações da CTB/RS
Centrais sindicais debatem piso regional do mínimo no RS
Em reunião na última segunda-feira, 21, na sede da CTB, as centrais sindicais definiram posicionamento contrário a proposta do governo Ranolfo de reajuste do Salário Mínimo do RS em apenas 7,7% para o ano de 2022, já que ela sequer repõe a inflação do período que fora de 10,6%.
 
DIÁLOGO PARA SOLUÇÃO
 
Nesta terça-feira (22), em reunião com o presidente da Assembleia Legislativa do RS, Valdeci Oliveira, as Centrais pediram que o poder legislativo assim como os líderes partidários participem na construção de uma proposta que atenda minimamente a reposição das perdas sofridas no último período que já soma 15,58%, se considerarmos o INPC de 2021, que deveria ter sido concedido em fevereiro de 2022, mais a parte do reajuste que ficou para trás na data-base de fevereiro de 2021, esta relativa ao INPC de 2020.
 
"Seguimos firmes na nossa luta pelo piso regional, pela valorização do trabalhador, que merece uma vida digna. São justamente essas categorias que mais dependem desse salário e que sofrem as consequências dessa política de desvalorização, que tem gerado fome e miséria para milhares de famílias", afirma o Diretor Claudio Correa. 
 
Com informações da CTB/RS