Sindserv Guarujá Críticas às reformas, em filiação à Força Sindical
SindservCrédito: Paulo Passos

Seria apenas a solenidade de filiação do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarujá (Sindserv) à central Força Sindical, na manhã desta segunda-feira (18).

Mas acabou se transformando num ato contra as reformas trabalhista e previdenciária, com participação de dezenas de sindicatos de Santos, São Paulo e interior.

Juruna

“Precisamos de unidade para derrotar os efeitos da reforma trabalhista e impedir que a reforma previdenciária se concretize”, disse o secretário-geral nacional da FS, João Carlos Gonçalves ‘Juruna’.

“Apesar dos ataques aos nossos direitos, da crise econômica e política”, disse o sindicalista, “2017 tem sido um ano bom para os trabalhadores, pois está nos unindo na luta”.

Para Juruna, “uma filiação, como a de hoje, sempre mostra que a central está trabalhando bem. Por isso, temos crescido em diversos estados, aumentando a presença dos servidores”.

O dirigente nacional da FS lembrou que a regulamentação da convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho) para garantir o direito de convenção coletiva ao servidor “é uma necessidade”.

“Para isso, e também para vencer as reformas do governo, o movimento sindical precisa unir as bases e protestar nas ruas, como tem feito nos últimos meses”, finalizou Juruna.

‘Compromisso do Governo Federal é com os estrangeiros’, diz metalúrgico

O secretário-geral do sindicato dos metalúrgicos de São Paulo, Jorge Carlos Moraes ‘Arakén’, foi enfático: “O compromisso do Governo |FFederal é com os estrangeiros, para entregar nossas riquezas e patrimônio”.

“Massacrar os trabalhadores, com as reformas trabalhista, previdenciária e a terceirização, é sua meta, apoiado por um congresso nacional descompromissado com o povo”, disse.

Arakén acha, no entanto, que “ainda é possível mudar o jogo. Para isso, o movimento sindical deve acentuar o trabalho de organização e mobilização nas bases”.

‘Em novembro, cairá a fica do trabalhador’, diz rodoviário

O presidente do sindicato dos rodoviários de Santos, Valdir de Souza Pestana, entende que os assalariados estão dispostos a apoiar os sindicatos na luta contra as reformas.

Para ele, que preside a federação dos rodoviários do estado de São Paulo, “vai cair a ficha dos trabalhadores em novembro, quando a reforma trabalhista começar a vigorar e eles perceberem o crime”.

“Podem ter certeza que os trabalhadores, ao sentir na pele os efeitos da reforma, vão se salvar e salvar os sindicatos, que estão sendo inviabilizados no custeio”.

O presidente estadual da central, Danilo Pereira da Silva, falou do “momento difícil para economia do país” e do “grande desafio para o movimento sindical”.

‘Não somos a escória do mundo’, diz servidora

A secretária da FS para os servidores públicos, Cristina Helena Gomes, criticou a implantação do chamado estado mínimo pelo governo Federal.

“Na verdade, está ocorrendo o desmonte do estado, com o congelamento por 20 anos dos investimentos públicos. Não esperava tamanho retrocesso”, disse a sindicalista.

Para Cristina, “a retomada do crescimento do país passa pelo movimento sindical. Com criatividade, sairemos dessa crise. Temos que resistir e ganhar as ruas”.

A dirigente da FS defende a luta pelos direitos dos servidores e pelo serviço público eficiente. “O governo abriu o leque para os prefeitos fazerem a mesma coisa que ele, como se fôssemos a escória do mundo”.

A solenidade começou às 9 horas, no Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial de Santos, baixada e litoral (Sintracomos). O Sindserv é presidido por Márcia Rute Daniel Augusto e representa seis mil trabalhadores da ativa e dois mil aposentados. O Sintracomos é presidido por Macaé Marcos Braz de Oliveira, coordenador da central na região.

Sindicato dos Funcionários Públicos da Prefeitura Municipal de Guarujá (Sindserv)
 

SindservCrédito: Paulo Passos

Seria apenas a solenidade de filiação do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarujá (Sindserv) à central Força Sindical, na manhã desta segunda-feira (18).

Mas acabou se transformando num ato contra as reformas trabalhista e previdenciária, com participação de dezenas de sindicatos de Santos, São Paulo e interior.

Juruna

“Precisamos de unidade para derrotar os efeitos da reforma trabalhista e impedir que a reforma previdenciária se concretize”, disse o secretário-geral nacional da FS, João Carlos Gonçalves ‘Juruna’.

“Apesar dos ataques aos nossos direitos, da crise econômica e política”, disse o sindicalista, “2017 tem sido um ano bom para os trabalhadores, pois está nos unindo na luta”.

Para Juruna, “uma filiação, como a de hoje, sempre mostra que a central está trabalhando bem. Por isso, temos crescido em diversos estados, aumentando a presença dos servidores”.

O dirigente nacional da FS lembrou que a regulamentação da convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho) para garantir o direito de convenção coletiva ao servidor “é uma necessidade”.

“Para isso, e também para vencer as reformas do governo, o movimento sindical precisa unir as bases e protestar nas ruas, como tem feito nos últimos meses”, finalizou Juruna.

‘Compromisso do Governo Federal é com os estrangeiros’, diz metalúrgico

O secretário-geral do sindicato dos metalúrgicos de São Paulo, Jorge Carlos Moraes ‘Arakén’, foi enfático: “O compromisso do Governo |FFederal é com os estrangeiros, para entregar nossas riquezas e patrimônio”.

“Massacrar os trabalhadores, com as reformas trabalhista, previdenciária e a terceirização, é sua meta, apoiado por um congresso nacional descompromissado com o povo”, disse.

Arakén acha, no entanto, que “ainda é possível mudar o jogo. Para isso, o movimento sindical deve acentuar o trabalho de organização e mobilização nas bases”.

‘Em novembro, cairá a fica do trabalhador’, diz rodoviário

O presidente do sindicato dos rodoviários de Santos, Valdir de Souza Pestana, entende que os assalariados estão dispostos a apoiar os sindicatos na luta contra as reformas.

Para ele, que preside a federação dos rodoviários do estado de São Paulo, “vai cair a ficha dos trabalhadores em novembro, quando a reforma trabalhista começar a vigorar e eles perceberem o crime”.

“Podem ter certeza que os trabalhadores, ao sentir na pele os efeitos da reforma, vão se salvar e salvar os sindicatos, que estão sendo inviabilizados no custeio”.

O presidente estadual da central, Danilo Pereira da Silva, falou do “momento difícil para economia do país” e do “grande desafio para o movimento sindical”.

‘Não somos a escória do mundo’, diz servidora

A secretária da FS para os servidores públicos, Cristina Helena Gomes, criticou a implantação do chamado estado mínimo pelo governo Federal.

“Na verdade, está ocorrendo o desmonte do estado, com o congelamento por 20 anos dos investimentos públicos. Não esperava tamanho retrocesso”, disse a sindicalista.

Para Cristina, “a retomada do crescimento do país passa pelo movimento sindical. Com criatividade, sairemos dessa crise. Temos que resistir e ganhar as ruas”.

A dirigente da FS defende a luta pelos direitos dos servidores e pelo serviço público eficiente. “O governo abriu o leque para os prefeitos fazerem a mesma coisa que ele, como se fôssemos a escória do mundo”.

A solenidade começou às 9 horas, no Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial de Santos, baixada e litoral (Sintracomos). O Sindserv é presidido por Márcia Rute Daniel Augusto e representa seis mil trabalhadores da ativa e dois mil aposentados. O Sintracomos é presidido por Macaé Marcos Braz de Oliveira, coordenador da central na região.

Sindicato dos Funcionários Públicos da Prefeitura Municipal de Guarujá (Sindserv)