O presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais de Santos (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, foi reeleito, na terça-feira (14), para seu terceiro mandato consecutivo.

Entre 1992 e 1998, ele presidiu a entidade por dois mandatos de três anos. De 1989 a 1992, foi vice-presidente. E secretário-geral de 1998 a 2000. “Experiência não falta”, diz o sindicalista.
A eleição desta semana foi convocada em 14 de dezembro passado, com prazo para inscrição de chapas nos dias 16 e 17 daquele mês. Apenas sua chapa, ‘persistência e solidariedade’, se inscreveu.
Se houvesse concorrentes, a eleição seria de terça a quinta-feira desta semana (14 a 16). Com a participação de apenas uma chapa, o estatuto dispensa a coleta de votos.
Nesse caso, a eleição se resolve no primeiro dia, em assembleia, por aclamação, que foi feita às 9 horas, na sede da entidade. A posse, para mandato de cinco anos, será em 15 de junho.
Fábio ressalta que o pleito não foi antecipado e que correu conforme os prazos estatutários. Paralelamente, a diretoria faz a campanha salarial para a data-base de fevereiro.
O sindicato representa mais de dez mil servidores na ativa e cerca de 3.500 aposentados, com quase 4 mil sindicalizados. É a maior categoria do funcionalismo na região.

FMI manda
A meta da diretoria, segundo Fábio, “como indica o nome da chapa, é persistir na luta, solidariamente com a categoria, sempre negociando, dialogando, mas batendo na administração pública quando necessário”.
O sindicalista atribui a ausência de concorrentes às dificuldades financeiras da entidade, “causadas pela reforma trabalhista do governo Temer e aprofundadas por Bolsonaro”.
Sobre isso, o presidente da federação estadual dos servidores municipais (Fupesp), Damázio de Morais Sena, presente na terça-feira, disse que “as oposições sumiram”.
“Com o fim do imposto sindical, que empobreceu os sindicatos, ninguém tem mais interesse em dirigi-los. Apenas os abnegados persistem nessa tarefa difícil”.
Fábio concorda: “Não está sendo e nem será fácil administrar sindicatos e encaminhar as lutas dos trabalhadores. Isso não é exclusividade do funcionalismo. Está generalizado”.
O presidente do Sindest defende que “a categoria se fortaleça para enfrentar as próximas investidas do governo, a mando do fundo monetário internacional (fmi), contra os servidores”.
“Não bastassem as reformas trabalhista e previdenciária, o saco de maldades do governo, a mando do capital financeiro internacional e da elite econômica brasileira, parece não ter fundo”.

Os eleitos
Presidente: Fábio Marcelo Pimentel. 1º vice: Josias Aparecido Pereira da Silva. 2º vice: Lenina Bento da Silva. Secretário-geral: Donizete Fabiano Ribeiro. 1º secretário: José Antônio Ferreira. Administrativo: Rogério Catarino. 1º tesoureiro: Antônio Carlos Prado. 2º tesoureiro: Elaine Cristina Rodrigues. Sede e patrimônio: José Antônio Lima. Imprensa e
divulgação: Daniel Gomes Araújo. Relações sindicais: Pedro Rodrigues da Matta. Jurídico: João Clímaco Neto. Assuntos profissionais: Carlos Alberto Reis Nobre. Legislação e normas: João Carlos Mendes. Social: Manoel Lareu Pereiras. Cultura: Priscila Prado Alonso. Esporte e lazer: Cristiano Silva Souza.
Suplentes: Viviane Santos de Carvalho, Nelwton Cesar Barbosa Ocanha, Janilton dos Santos Rezende, Paulo Sérgio Santos, Carlos Marcelo dos Santos Ribeiro, Luiz Carlos dos Santos, Eduardo Rodrigues, Everaldo Caitano dos Santos, Izilda Barbosa Guimarães, Ronaldo Pereira Pinto, Altair José dos Santos, Hugo Oliveira de Souza, Jorge Luiz Soares Pereiras, Tereza Cristina da Costa Benelli, Luiz Carlos Nunes da Freitas, Alessandra Coelho Teixeira e Erisvaldo Rodrigues da Silva.
Conselho fiscal efetivo: Roberto Damásio Barbosa, Ariovaldo Hortas e César Pereira dos Santos. Suplentes: Maria da Penha Amorim Santos, Manuel Pereira de Almeida e Marta Faria da Costa.
Delegados à federação titulares: Donizete Fabiano Ribeiro e Altair José dos Santos. Suplentes: Rogério Cardos Antunes e Antônio Carlos Prado.

Entre 1992 e 1998, ele presidiu a entidade por dois mandatos de três anos. De 1989 a 1992, foi vice-presidente. E secretário-geral de 1998 a 2000. “Experiência não falta”, diz o sindicalista.
A eleição desta semana foi convocada em 14 de dezembro passado, com prazo para inscrição de chapas nos dias 16 e 17 daquele mês. Apenas sua chapa, ‘persistência e solidariedade’, se inscreveu.
Se houvesse concorrentes, a eleição seria de terça a quinta-feira desta semana (14 a 16). Com a participação de apenas uma chapa, o estatuto dispensa a coleta de votos.
Nesse caso, a eleição se resolve no primeiro dia, em assembleia, por aclamação, que foi feita às 9 horas, na sede da entidade. A posse, para mandato de cinco anos, será em 15 de junho.
Fábio ressalta que o pleito não foi antecipado e que correu conforme os prazos estatutários. Paralelamente, a diretoria faz a campanha salarial para a data-base de fevereiro.
O sindicato representa mais de dez mil servidores na ativa e cerca de 3.500 aposentados, com quase 4 mil sindicalizados. É a maior categoria do funcionalismo na região.

FMI manda
A meta da diretoria, segundo Fábio, “como indica o nome da chapa, é persistir na luta, solidariamente com a categoria, sempre negociando, dialogando, mas batendo na administração pública quando necessário”.
O sindicalista atribui a ausência de concorrentes às dificuldades financeiras da entidade, “causadas pela reforma trabalhista do governo Temer e aprofundadas por Bolsonaro”.
Sobre isso, o presidente da federação estadual dos servidores municipais (Fupesp), Damázio de Morais Sena, presente na terça-feira, disse que “as oposições sumiram”.
“Com o fim do imposto sindical, que empobreceu os sindicatos, ninguém tem mais interesse em dirigi-los. Apenas os abnegados persistem nessa tarefa difícil”.
Fábio concorda: “Não está sendo e nem será fácil administrar sindicatos e encaminhar as lutas dos trabalhadores. Isso não é exclusividade do funcionalismo. Está generalizado”.
O presidente do Sindest defende que “a categoria se fortaleça para enfrentar as próximas investidas do governo, a mando do fundo monetário internacional (fmi), contra os servidores”.
“Não bastassem as reformas trabalhista e previdenciária, o saco de maldades do governo, a mando do capital financeiro internacional e da elite econômica brasileira, parece não ter fundo”.

Os eleitos
Presidente: Fábio Marcelo Pimentel. 1º vice: Josias Aparecido Pereira da Silva. 2º vice: Lenina Bento da Silva. Secretário-geral: Donizete Fabiano Ribeiro. 1º secretário: José Antônio Ferreira. Administrativo: Rogério Catarino. 1º tesoureiro: Antônio Carlos Prado. 2º tesoureiro: Elaine Cristina Rodrigues. Sede e patrimônio: José Antônio Lima. Imprensa e
divulgação: Daniel Gomes Araújo. Relações sindicais: Pedro Rodrigues da Matta. Jurídico: João Clímaco Neto. Assuntos profissionais: Carlos Alberto Reis Nobre. Legislação e normas: João Carlos Mendes. Social: Manoel Lareu Pereiras. Cultura: Priscila Prado Alonso. Esporte e lazer: Cristiano Silva Souza.
Suplentes: Viviane Santos de Carvalho, Nelwton Cesar Barbosa Ocanha, Janilton dos Santos Rezende, Paulo Sérgio Santos, Carlos Marcelo dos Santos Ribeiro, Luiz Carlos dos Santos, Eduardo Rodrigues, Everaldo Caitano dos Santos, Izilda Barbosa Guimarães, Ronaldo Pereira Pinto, Altair José dos Santos, Hugo Oliveira de Souza, Jorge Luiz Soares Pereiras, Tereza Cristina da Costa Benelli, Luiz Carlos Nunes da Freitas, Alessandra Coelho Teixeira e Erisvaldo Rodrigues da Silva.
Conselho fiscal efetivo: Roberto Damásio Barbosa, Ariovaldo Hortas e César Pereira dos Santos. Suplentes: Maria da Penha Amorim Santos, Manuel Pereira de Almeida e Marta Faria da Costa.
Delegados à federação titulares: Donizete Fabiano Ribeiro e Altair José dos Santos. Suplentes: Rogério Cardos Antunes e Antônio Carlos Prado.