Reivindicações serão definidas durante reunião da Fepospetro (Federação dos Frentistas do Estado de São Paulo). Entre os itens a serem aprovados estão: reajuste salarial, aumento do vale-refeição e do valor das horas-extras.

Agendado para as 9 horas da manhã, o encontro definirá as reivindicações da campanha salarial 2020, em consolidação às demandas advindas das assembleias realizadas durante os últimos dois mese pelos dezoito sindicatos filiados  Fepospetro-SP (Federação dos Frentistas do Estado de São Paulo).

Abrangente a cem mil frentistas com data-base em 1° de março, a negociação esse ano envolverá cláusulas econômicas como reajuste salarial, aumento do vale-refeição e do valor das horas-extras, e também social, como a composição da cesta-básica, valor do seguro de vida e do auxílio- funeral, além do limite de só 1% de desconto a ser aplicado sobre o vale-transporte.

Luiz Arraes, presidente do Sinpospetro de Osasco/SP e da Fepospetro, prevê um ambiente de ainda mais dificuldades que os anos anteriores, em razão da agenda repressiva aos direitos trabalhistas e sociais por parte do governo de Jair Bolsonaro: “Essa situação alimenta o desejo do patrão de tirar e diminuir direitos da Convenção Coletiva; Portanto, nosso maior desafio será o de impedir qualquer tentativa nesse sentido”, disse Arraes.

Após a reunião dessa quarta-feira, o documento unificado será protocolado pela Fepospetro junto ao Sincopetro, que congrega as demais representantes patronais, RECAP, Resan e Regran. A entidade fica no bairro Perdizes, em São Paulo, e é onde ocorrerão as rodadas de negociação.

Agendado para as 9 horas da manhã, o encontro definirá as reivindicações da campanha salarial 2020, em consolidação às demandas advindas das assembleias realizadas durante os últimos dois mese pelos dezoito sindicatos filiados  Fepospetro-SP (Federação dos Frentistas do Estado de São Paulo).

Abrangente a cem mil frentistas com data-base em 1° de março, a negociação esse ano envolverá cláusulas econômicas como reajuste salarial, aumento do vale-refeição e do valor das horas-extras, e também social, como a composição da cesta-básica, valor do seguro de vida e do auxílio- funeral, além do limite de só 1% de desconto a ser aplicado sobre o vale-transporte.

Luiz Arraes, presidente do Sinpospetro de Osasco/SP e da Fepospetro, prevê um ambiente de ainda mais dificuldades que os anos anteriores, em razão da agenda repressiva aos direitos trabalhistas e sociais por parte do governo de Jair Bolsonaro: “Essa situação alimenta o desejo do patrão de tirar e diminuir direitos da Convenção Coletiva; Portanto, nosso maior desafio será o de impedir qualquer tentativa nesse sentido”, disse Arraes.

Após a reunião dessa quarta-feira, o documento unificado será protocolado pela Fepospetro junto ao Sincopetro, que congrega as demais representantes patronais, RECAP, Resan e Regran. A entidade fica no bairro Perdizes, em São Paulo, e é onde ocorrerão as rodadas de negociação.