Entidades membro da IndustriALL estão produzindo materiais usados na luta contra a pandemia de Covid-19 em todo o mundo; de desinfetantes a máscaras protetoras, medicamentos e, eventualmente, uma vacina. Uma forte ação sindical está protegendo as condições de trabalho e os locais de trabalho seguros e saudáveis.
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Reunidos em junho para discutir e coordenar as ações dos sindicatos internacionais, 175 líderes sindicais do setor em 40 diferentes países estiveram reunidas em webconferência para avaliar o impacto da pandemia nas atividades sindicais, trocar boas práticas na negociação de acordos especiais e planejar atividades futuras.

Os co-presidentes do setor químico e farmacêutico da IndustriALL, juntamente com o presidente do grupo dos sindicatos farmacêuticos, sublinharam a importância da unidade e o forte papel dos trabalhadores na gestão da resposta à crise.

Iris Wolf explicou o trabalho que a IG BCE da Alemanha tem realizado diante da pandemia. O sindicato chegou a um acordo com a associação de empregadores BAVC, adaptando as condições de trabalho e emprego para 1,1 milhão de pessoas no setor até o final de 2020. O IG BCE também está realizando webinars de informações abrangentes para seus representantes e membros do conselho de trabalhadores.

Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, explicou que os ataques à democracia e aos direitos sindicais feitos pelo presidente Bolsonaro continuam mesmo com a situação difícil imposta pela pandemia. Os sindicatos brasileiros do setor estão resistindo a esses ataques, fazendo campanhas e trabalhando para renovar acordos coletivos com um foco maior em saúde e segurança.

Masato Shinohara, da UA ZENSEN do Japão, explicou que, embora as indústrias química e farmacêutica sejam menos afetadas do que outros setores, como turismo e viagens, o setor químico também é atingido pelas consequências da pandemia. Shinohara-san destacou a importância da solidariedade entre os sindicatos para proteger as condições e direitos de emprego neste momento.

O secretário-geral adjunto da IndustriALL, Kemal Özkan, apresentou uma análise dos efeitos das crises globais na saúde, economia e manufatura, com o aumento dos danos causados ​​a certos grupos da sociedade, como as mulheres:

“Enquanto vemos a classe bilionária aumentando suas fortunas em 20% durante a pandemia, devemos concentrar nossas demandas nos governos para apoiar uma recuperação que valorize os trabalhadores e suas comunidades. Especialmente nos países do hemisfério sul, onde a renda e a proteção social são inaceitavelmente baixas.”

A reunião também avaliou conquistas significativas dos sindicatos nos setores químico e farmacêutico, bem como a negociação e alcance de acordos específicos para o período junto aos empregadores. Também foi analisada a implementação do plano de ação do setor, adotado há um ano na conferência mundial de Istambul.

Intervenções de alta qualidade foram feitas por líderes sindicais da Áustria, Bangladesh, Bélgica, Brasil, Finlândia, Alemanha, Indonésia, Itália, Japão, Marrocos, Nigéria, América do Norte, Rússia, Senegal, Espanha, Tailândia, Turquia, Reino Unido e outros. Um dos muitos exemplos de sindicatos que estão se esforçando para oferecer à sociedade veio da Espanha, onde os sindicatos reagiram rapidamente para chegar a um acordo nacional com os empregadores para dar salvaguarda aos empregos e torna o trabalho mais seguro.

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Reunidos em junho para discutir e coordenar as ações dos sindicatos internacionais, 175 líderes sindicais do setor em 40 diferentes países estiveram reunidas em webconferência para avaliar o impacto da pandemia nas atividades sindicais, trocar boas práticas na negociação de acordos especiais e planejar atividades futuras.

Os co-presidentes do setor químico e farmacêutico da IndustriALL, juntamente com o presidente do grupo dos sindicatos farmacêuticos, sublinharam a importância da unidade e o forte papel dos trabalhadores na gestão da resposta à crise.

Iris Wolf explicou o trabalho que a IG BCE da Alemanha tem realizado diante da pandemia. O sindicato chegou a um acordo com a associação de empregadores BAVC, adaptando as condições de trabalho e emprego para 1,1 milhão de pessoas no setor até o final de 2020. O IG BCE também está realizando webinars de informações abrangentes para seus representantes e membros do conselho de trabalhadores.

Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, explicou que os ataques à democracia e aos direitos sindicais feitos pelo presidente Bolsonaro continuam mesmo com a situação difícil imposta pela pandemia. Os sindicatos brasileiros do setor estão resistindo a esses ataques, fazendo campanhas e trabalhando para renovar acordos coletivos com um foco maior em saúde e segurança.

Masato Shinohara, da UA ZENSEN do Japão, explicou que, embora as indústrias química e farmacêutica sejam menos afetadas do que outros setores, como turismo e viagens, o setor químico também é atingido pelas consequências da pandemia. Shinohara-san destacou a importância da solidariedade entre os sindicatos para proteger as condições e direitos de emprego neste momento.

O secretário-geral adjunto da IndustriALL, Kemal Özkan, apresentou uma análise dos efeitos das crises globais na saúde, economia e manufatura, com o aumento dos danos causados ​​a certos grupos da sociedade, como as mulheres:

“Enquanto vemos a classe bilionária aumentando suas fortunas em 20% durante a pandemia, devemos concentrar nossas demandas nos governos para apoiar uma recuperação que valorize os trabalhadores e suas comunidades. Especialmente nos países do hemisfério sul, onde a renda e a proteção social são inaceitavelmente baixas.”

A reunião também avaliou conquistas significativas dos sindicatos nos setores químico e farmacêutico, bem como a negociação e alcance de acordos específicos para o período junto aos empregadores. Também foi analisada a implementação do plano de ação do setor, adotado há um ano na conferência mundial de Istambul.

Intervenções de alta qualidade foram feitas por líderes sindicais da Áustria, Bangladesh, Bélgica, Brasil, Finlândia, Alemanha, Indonésia, Itália, Japão, Marrocos, Nigéria, América do Norte, Rússia, Senegal, Espanha, Tailândia, Turquia, Reino Unido e outros. Um dos muitos exemplos de sindicatos que estão se esforçando para oferecer à sociedade veio da Espanha, onde os sindicatos reagiram rapidamente para chegar a um acordo nacional com os empregadores para dar salvaguarda aos empregos e torna o trabalho mais seguro.