Nesta sexta, 20 de setembro de 2019, pela manhã, as assembleias organizadas pelos diretores e diretoras do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e assistentes terão como foco, além da mobilização para a campanha salarial, a Greve Global pelo Clima. A mobilização internacional foi convocada por ambientalistas, sindicalistas, estudantes e outros setores da sociedade.
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Ocorrerão atos em todo o Brasil e outros países contra a destruição do meio ambiente, as queimadas e o desmatamento da Amazônia e por medidas de governo que ajudem a conter os efeitos catastróficos das mudanças climáticas que atingem, principalmente, as populações menos favorecidas. Em São Paulo, as ações unificadas serão no MASP, Avenida Paulista, a partir das 13h (com aula pública sobre aquecimento global e oficinas de cartazes) e concentração para o ato a partir das 16h.

“Defendemos o desenvolvimento econômico, com geração de emprego de qualidade e direitos para todos, de forma sustentável, com respeito à natureza e ao planeta Terra. A política ambiental do governo brasileiro é péssima e desorganizou sistemas de fiscalização fundamentais como, por exemplo, o IBAMA”, diz Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Os metalúrgicos também protestarão contra o desemprego e a reforma da Previdência e expressarão apoio ao sindicato UAW e à greve dos trabalhadores da GM dos Estados Unidos.

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Ocorrerão atos em todo o Brasil e outros países contra a destruição do meio ambiente, as queimadas e o desmatamento da Amazônia e por medidas de governo que ajudem a conter os efeitos catastróficos das mudanças climáticas que atingem, principalmente, as populações menos favorecidas. Em São Paulo, as ações unificadas serão no MASP, Avenida Paulista, a partir das 13h (com aula pública sobre aquecimento global e oficinas de cartazes) e concentração para o ato a partir das 16h.

“Defendemos o desenvolvimento econômico, com geração de emprego de qualidade e direitos para todos, de forma sustentável, com respeito à natureza e ao planeta Terra. A política ambiental do governo brasileiro é péssima e desorganizou sistemas de fiscalização fundamentais como, por exemplo, o IBAMA”, diz Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Os metalúrgicos também protestarão contra o desemprego e a reforma da Previdência e expressarão apoio ao sindicato UAW e à greve dos trabalhadores da GM dos Estados Unidos.

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