MIGUEL

O excesso do conservadorismo do Copom (Comitê de Política Monetária), que, novamente, manteve a taxa Selic em patamar elevado, reafirma que este governo presta um desserviço à classe trabalhadora e à sociedade brasileira.

Na última reunião, nesta quarta-feira (7/12), os membros do Copom decidiram manter a taxa básica de juros em 13,75% o que contribui para inibir os investimentos e a geração de novos postos de trabalho. E precisamos, urgentemente, combater de forma eficaz o desemprego.

A taxa Selic continua extremamente proibitiva. Somente adotando uma política de redução da taxa Selic será possível fazer com que o País retome o caminho de seu crescimento econômico, os investimentos no setor produtivo irão ressurgir, a produção nacional vai ser impulsionada a um patamar mais elevado e, consequentemente, mais postos de trabalho formais serão gerados, diminuindo, desta forma, a informalidade, e fazendo com que o Brasil volte a caminhar, a passos largos, rumo ao seu desenvolvimento pleno.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

 

MIGUEL

O excesso do conservadorismo do Copom (Comitê de Política Monetária), que, novamente, manteve a taxa Selic em patamar elevado, reafirma que este governo presta um desserviço à classe trabalhadora e à sociedade brasileira.

Na última reunião, nesta quarta-feira (7/12), os membros do Copom decidiram manter a taxa básica de juros em 13,75% o que contribui para inibir os investimentos e a geração de novos postos de trabalho. E precisamos, urgentemente, combater de forma eficaz o desemprego.

A taxa Selic continua extremamente proibitiva. Somente adotando uma política de redução da taxa Selic será possível fazer com que o País retome o caminho de seu crescimento econômico, os investimentos no setor produtivo irão ressurgir, a produção nacional vai ser impulsionada a um patamar mais elevado e, consequentemente, mais postos de trabalho formais serão gerados, diminuindo, desta forma, a informalidade, e fazendo com que o Brasil volte a caminhar, a passos largos, rumo ao seu desenvolvimento pleno.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical