As respostas estão na História e no dia a dia de lutas e conquistas
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Desde 1917, com a primeira greve geral do Brasil, a classe trabalhadora e o movimento sindical passaram a ter um protagonismo maior na história do nosso País. “Não foi sem lutas, sem sacrifícios e dedicação que o sindicalismo conquistou direitos fundamentais, como a regulamentação da jornada, avanços salariais e melhores condições de trabalho”, lembra Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, da CNTM e da Força Sindical.

Refletir sobre a importância histórica da organização sindical para a classe trabalhadora é fundamental, e muito mais neste momento em que os direitos da classe trabalhadora continuam sob ataques constantes, sobretudo através das reformas trabalhista e da previdência, das medidas do governo contra o movimento sindical e da atitude dos maus patrões que, por ganância, prepotência e falta de humanismo, exploram e oprimem os trabalhadores e as trabalhadoras.

“Ainda há muito que conquistar, tanto para a categoria metalúrgica, como por exemplo na campanha em andamento em defesa da Convenção Coletiva, quanto para a classe trabalhadora em geral nas ações do movimento sindical unificado”, diz Miguel Torres.

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Desde 1917, com a primeira greve geral do Brasil, a classe trabalhadora e o movimento sindical passaram a ter um protagonismo maior na história do nosso País. “Não foi sem lutas, sem sacrifícios e dedicação que o sindicalismo conquistou direitos fundamentais, como a regulamentação da jornada, avanços salariais e melhores condições de trabalho”, lembra Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, da CNTM e da Força Sindical.

Refletir sobre a importância histórica da organização sindical para a classe trabalhadora é fundamental, e muito mais neste momento em que os direitos da classe trabalhadora continuam sob ataques constantes, sobretudo através das reformas trabalhista e da previdência, das medidas do governo contra o movimento sindical e da atitude dos maus patrões que, por ganância, prepotência e falta de humanismo, exploram e oprimem os trabalhadores e as trabalhadoras.

“Ainda há muito que conquistar, tanto para a categoria metalúrgica, como por exemplo na campanha em andamento em defesa da Convenção Coletiva, quanto para a classe trabalhadora em geral nas ações do movimento sindical unificado”, diz Miguel Torres.