industriall_16-10-2020-3-696x392Crédito: Arquivo
Na manhã da última sexta-feira (16), cerca de 30 dirigentes sindicais do Brasil, Uruguai, Peru e Genebra estiveram presentes em reunião virtual da IndustriALL que discutiu um panorama mundial dos setores químicos, petroquímico, farmacêutico e plástico.
 
Dando continuidade ao evento realizado no mês de junho, o objetivo do encontro foi trocar experiências sobre o cenários desses setores na América Latina e Caribe, discutir o pós-pandemia e elaborar um plano de ações para seguir com os debates.
 
Tom Grinter, diretor global do setor de indústria química e farmacêutica, papel, celulose e borracha, apresentou dados e informações sobre os setores e fez um panorama dos grupos empresariais.
 
Em seguida, as lideranças sindicais destacaram as principais preocupações e lutas nas várias regiões e países.
 
Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR e membro do comitê executivo da IndustriALL, disse que a classe trabalhadora atravessa uma série de dificuldades, entre elas, a discussão do novo formato de trabalho – teletrabalho e o home office. “Temos procurado buscar experiências internacionais, considerando que ainda não existe legislação que trate do tema. No Brasil, empresas têm feito acordos individuais com seus empregados, muitas vezes responsabilizando-os por estruturas e condições que deveriam vir da própria empresa. Nossa luta tem sido no sentido de regulamentar essa situação por meio de acordos e convenções coletivas.”
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Na manhã da última sexta-feira (16), cerca de 30 dirigentes sindicais do Brasil, Uruguai, Peru e Genebra estiveram presentes em reunião virtual da IndustriALL que discutiu um panorama mundial dos setores químicos, petroquímico, farmacêutico e plástico.
 
Dando continuidade ao evento realizado no mês de junho, o objetivo do encontro foi trocar experiências sobre o cenários desses setores na América Latina e Caribe, discutir o pós-pandemia e elaborar um plano de ações para seguir com os debates.
 
Tom Grinter, diretor global do setor de indústria química e farmacêutica, papel, celulose e borracha, apresentou dados e informações sobre os setores e fez um panorama dos grupos empresariais.
 
Em seguida, as lideranças sindicais destacaram as principais preocupações e lutas nas várias regiões e países.
 
Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR e membro do comitê executivo da IndustriALL, disse que a classe trabalhadora atravessa uma série de dificuldades, entre elas, a discussão do novo formato de trabalho – teletrabalho e o home office. “Temos procurado buscar experiências internacionais, considerando que ainda não existe legislação que trate do tema. No Brasil, empresas têm feito acordos individuais com seus empregados, muitas vezes responsabilizando-os por estruturas e condições que deveriam vir da própria empresa. Nossa luta tem sido no sentido de regulamentar essa situação por meio de acordos e convenções coletivas.”