Os 21 micro-ônibus ‘seletivos’ do transporte coletivo de Santos estão paralisados desde o início da manhã desta segunda-feira (10). Entre os motivos da greve, os salários de janeiro atrasados.
Santos: paralisados os ônibus seletivosCrédito: Arquivo
Na foto, assembleia da categoria, dentro de ônibus do sindicato dos rodoviários, no início da tarde desta segunda-feira (10)

Os motoristas paralisaram voluntariamente as atividades e chamaram o sindicato dos trabalhadores em transportes rodoviários. Os salários estão atrasados desde sexta-feira (7), quinto dia útil do mês.

Segundo o vice-presidente do sindicato, José Alberto Torres Simões ‘Betinho’, os motoristas e demais empregados da empresa Guaiúba também não receberam a cesta-básica na sexta-feira.

Estão ainda atrasados os vales-refeições, desde 25 de janeiro, e o pagamento das férias do primeiro mês do ano. O fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS) não é depositado desde 2015.

Durante a manhã, a empresa prometeu pagar o vale-refeição até esta terça-feira (11). E os salários, até sexta-feira (14). Mas os trabalhadores recusaram a proposta em assembleia ao meio-dia.

“Ninguém aguenta esperar mais nada”, reclama Betinho. “Muitos estão sem pagar o aluguel e desabastecidos em casa, sem o vale-refeição e a cesta-básica. A situação é de desespero”.

 

Santos: paralisados os ônibus seletivosCrédito: Arquivo
Na foto, assembleia da categoria, dentro de ônibus do sindicato dos rodoviários, no início da tarde desta segunda-feira (10)

Os motoristas paralisaram voluntariamente as atividades e chamaram o sindicato dos trabalhadores em transportes rodoviários. Os salários estão atrasados desde sexta-feira (7), quinto dia útil do mês.

Segundo o vice-presidente do sindicato, José Alberto Torres Simões ‘Betinho’, os motoristas e demais empregados da empresa Guaiúba também não receberam a cesta-básica na sexta-feira.

Estão ainda atrasados os vales-refeições, desde 25 de janeiro, e o pagamento das férias do primeiro mês do ano. O fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS) não é depositado desde 2015.

Durante a manhã, a empresa prometeu pagar o vale-refeição até esta terça-feira (11). E os salários, até sexta-feira (14). Mas os trabalhadores recusaram a proposta em assembleia ao meio-dia.

“Ninguém aguenta esperar mais nada”, reclama Betinho. “Muitos estão sem pagar o aluguel e desabastecidos em casa, sem o vale-refeição e a cesta-básica. A situação é de desespero”.