Na foto, o presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais, Fábio Pimentel, preocupado com expansão do coronavírusCrédito: Arquivo
Na foto, o presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais, Fábio Pimentel, preocupado com expansão do coronavírus

A prefeitura de Santos pode estar reutilizando capotes descartáveis de proteção individual dos profissionais de saúde envolvidos no combate ao coronavírus, colocando-os em risco de contaminação e consequentemente de morte.

A suspeita é do presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, que protocolou ofício ao presidente da câmara municipal, Rui Sérgio Gomes de Rosis (PSL), requerendo fiscalização.

O documento foi remetido ao vereador na sexta-feira (15), alegando que o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não respondeu a ofício enviado pelo sindicalista na segunda-feira (11). Fábio Pimentel recebeu a denúncia de servidores do setor.

“Até o ‘Fantástico’ da rede Globo editou matéria sobre o perigo de reaproveitamento dos capotes. Mesmo assim, o prefeito sequer deu atenção ao questionamento do sindicato, revelando descaso com os profissionais da linha de frente do combate à pandemia”, diz o dirigente.

Segundo o presidente do Sindest, o secretário municipal de saúde, Fábio Ferraz, também não respondeu à pergunta sobre os capotes. Fábio diz ao presidente da câmara que a secretária adjunta de apoio à gestão, Alessandra de Souza Franco, também não soube dizer nada a respeito.

“Diante de todo esse desinteresse com a integridade física da categoria, recorremos aos vereadores, a quem cabe fiscalizar a prefeitura”, diz Fábio. Nesta segunda-feira (18), ele encaminhará o problema ao ministério público do trabalho.

Na foto, o presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais, Fábio Pimentel, preocupado com expansão do coronavírusCrédito: Arquivo
Na foto, o presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais, Fábio Pimentel, preocupado com expansão do coronavírus

A prefeitura de Santos pode estar reutilizando capotes descartáveis de proteção individual dos profissionais de saúde envolvidos no combate ao coronavírus, colocando-os em risco de contaminação e consequentemente de morte.

A suspeita é do presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, que protocolou ofício ao presidente da câmara municipal, Rui Sérgio Gomes de Rosis (PSL), requerendo fiscalização.

O documento foi remetido ao vereador na sexta-feira (15), alegando que o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não respondeu a ofício enviado pelo sindicalista na segunda-feira (11). Fábio Pimentel recebeu a denúncia de servidores do setor.

“Até o ‘Fantástico’ da rede Globo editou matéria sobre o perigo de reaproveitamento dos capotes. Mesmo assim, o prefeito sequer deu atenção ao questionamento do sindicato, revelando descaso com os profissionais da linha de frente do combate à pandemia”, diz o dirigente.

Segundo o presidente do Sindest, o secretário municipal de saúde, Fábio Ferraz, também não respondeu à pergunta sobre os capotes. Fábio diz ao presidente da câmara que a secretária adjunta de apoio à gestão, Alessandra de Souza Franco, também não soube dizer nada a respeito.

“Diante de todo esse desinteresse com a integridade física da categoria, recorremos aos vereadores, a quem cabe fiscalizar a prefeitura”, diz Fábio. Nesta segunda-feira (18), ele encaminhará o problema ao ministério público do trabalho.