O sindicato dos servidores estatutários municipais de Santos (Sindest) acionará judicialmente a prefeitura, nos próximos dias, por descumprimento de acordo coletivo de trabalho.
‘Não paga por bem, pagará por mal’, diz o sindicalista Fábio Pimentel, na fotoCrédito: Arquivo
‘Não paga por bem, pagará por mal’, diz o sindicalista Fábio Pimentel, na foto

O presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, explica que o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não cumpre a parte do acordo assinado em 2019 sobre os empregados em cemitérios.
O prefeito, segundo ele, ficou de enviar à câmara municipal projeto de lei para conceder gratificação de R$ 600 aos trabalhadores: “Enrolou o ano inteiro e não cumpriu”, reclama o sindicalista.
“O sindicato não trata mais desse assunto”, diz Fábio. “Acordo é feito para ser cumprido. Está assinado pelo prefeito e vamos executá-lo judicialmente. Não pagou por bem, vai pagar por mal, na marra”.
“O político, quando promete e não cumpre, a resposta vem no voto. O patrão, quando não cumpre o acordo coletivo, a lei obriga a cumprir”, compara o sindicalista.
O presidente do Sindest pondera que os trabalhadores acreditaram no prefeito e diz que alguns até compraram utensílios que necessitavam por conta do prometido.

Categoria induzida
Ele salienta ainda que a assembleia de fechamento do acordo aceitou a proposta financeira em função de melhorias nos benefícios de alguns segmentos do funcionalismo.
“A categoria foi induzida a aceitar uma proposta financeira menor e, no caso dos cemitérios, o benefício acabou não acontecendo. Não conversamos mais sobre o assunto”.
Fábio reconhece que a prefeitura cumpriu pontos do acordo com outros segmentos do funcionalismo e atendeu algumas reivindicações fora da pauta da campanha salarial.
“Mas isso não diminui o desrespeito com o pessoal dos três cemitérios municipais. Vamos então resolver o problema na justiça”, finaliza o sindicalista.

 

‘Não paga por bem, pagará por mal’, diz o sindicalista Fábio Pimentel, na fotoCrédito: Arquivo
‘Não paga por bem, pagará por mal’, diz o sindicalista Fábio Pimentel, na foto

O presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, explica que o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) não cumpre a parte do acordo assinado em 2019 sobre os empregados em cemitérios.
O prefeito, segundo ele, ficou de enviar à câmara municipal projeto de lei para conceder gratificação de R$ 600 aos trabalhadores: “Enrolou o ano inteiro e não cumpriu”, reclama o sindicalista.
“O sindicato não trata mais desse assunto”, diz Fábio. “Acordo é feito para ser cumprido. Está assinado pelo prefeito e vamos executá-lo judicialmente. Não pagou por bem, vai pagar por mal, na marra”.
“O político, quando promete e não cumpre, a resposta vem no voto. O patrão, quando não cumpre o acordo coletivo, a lei obriga a cumprir”, compara o sindicalista.
O presidente do Sindest pondera que os trabalhadores acreditaram no prefeito e diz que alguns até compraram utensílios que necessitavam por conta do prometido.

Categoria induzida
Ele salienta ainda que a assembleia de fechamento do acordo aceitou a proposta financeira em função de melhorias nos benefícios de alguns segmentos do funcionalismo.
“A categoria foi induzida a aceitar uma proposta financeira menor e, no caso dos cemitérios, o benefício acabou não acontecendo. Não conversamos mais sobre o assunto”.
Fábio reconhece que a prefeitura cumpriu pontos do acordo com outros segmentos do funcionalismo e atendeu algumas reivindicações fora da pauta da campanha salarial.
“Mas isso não diminui o desrespeito com o pessoal dos três cemitérios municipais. Vamos então resolver o problema na justiça”, finaliza o sindicalista.