A prefeitura de Santos não tem dinheiro para reajustar os salários dos servidores, mas propõe, por meio de lei, isenção de imposto predial, territorial e urbano (iptu) a um centro de convenções.
Fabio Pimentel - presidente do SindestCrédito: Arquivo
Na foto,  o presidente do sindicato dos servidores estatutários, Fábio Pimentel
Ela isenta-se de contribuir com a previdência do funcionalismo, também por meio de legislação, mas recebe verbas do governo federal em contrapartida a medidas municipais referentes à covid-19.
 
O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) diz que muitas obras na estrutura urbana da cidade são feitas pela iniciativa privada, sem ônus do erário, mas reclama que está em dificuldades financeiras.
 
Diante desse e de outros fatos, a ‘live’ semanal do sindicato dos servidores estatutários municipais (Sindest), na noite desta sexta-feira (7), deixou uma pergunta no ar: “Onde está o dinheiro da prefeitura?”.
 
O questionamento partiu do secretário-geral do sindicato, Donizete Fabiano Ribeiro, mas foi endossado pelo presidente, Fábio Marcelo Pimentel, ambos bastante indignados.
 
“Em vez de isentar de ‘iptu’ a iniciativa privada que administrará o centro de convenções, por que não isenta a população da zona noroeste que tem suas casas invadidas por enchentes?”, perguntou Donizete.
 
O presidente do sindicato dos trabalhadores químicos e dirigente nacional da central Força Sindical, Herbert Passos Filho, também participou do programa, com duras críticas ao prefeito.
 
Poder de pressão superior a 30 mil votos
 
“O movimento sindical precisa se organizar mais para interferir nas gestões municipais em defesa dos servidores, dos trabalhadores em geral e da população”, defendeu Passos.
 
Fábio Pimentel concordou: “Ao longo de anos, o sindicalismo defendeu que não deve misturar suas atividades corporativas com política, mas isso está errado”.
 
O presidente do Sindest propôs que os servidores e suas famílias, que ele estima em 30 mil pessoas, não votem no grupo político de Paulo Barbosa, nas eleições para prefeitura e câmara deste ano.
 
“Temos que utilizar nosso poder de pressão e exigir dos governantes que administrem as cidades em defesa dos interesses da maioria e não de grupos empresariais”, disse Fábio.
 
Os sindicalistas também criticaram a intenção da prefeitura de retorno às aulas na rede municipal. E defenderam que isso só ocorra após o fim da pandemia do novo coronavírus.
 
As ‘lives’ do Sindest, sempre mediadas pelo jornalista Willian Ribeiro, às 21 horas de sextas-feiras, vêm alcançando audiências também em outras categorias.
Fabio Pimentel - presidente do SindestCrédito: Arquivo
Na foto,  o presidente do sindicato dos servidores estatutários, Fábio Pimentel
Ela isenta-se de contribuir com a previdência do funcionalismo, também por meio de legislação, mas recebe verbas do governo federal em contrapartida a medidas municipais referentes à covid-19.
 
O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) diz que muitas obras na estrutura urbana da cidade são feitas pela iniciativa privada, sem ônus do erário, mas reclama que está em dificuldades financeiras.
 
Diante desse e de outros fatos, a ‘live’ semanal do sindicato dos servidores estatutários municipais (Sindest), na noite desta sexta-feira (7), deixou uma pergunta no ar: “Onde está o dinheiro da prefeitura?”.
 
O questionamento partiu do secretário-geral do sindicato, Donizete Fabiano Ribeiro, mas foi endossado pelo presidente, Fábio Marcelo Pimentel, ambos bastante indignados.
 
“Em vez de isentar de ‘iptu’ a iniciativa privada que administrará o centro de convenções, por que não isenta a população da zona noroeste que tem suas casas invadidas por enchentes?”, perguntou Donizete.
 
O presidente do sindicato dos trabalhadores químicos e dirigente nacional da central Força Sindical, Herbert Passos Filho, também participou do programa, com duras críticas ao prefeito.
 
Poder de pressão superior a 30 mil votos
 
“O movimento sindical precisa se organizar mais para interferir nas gestões municipais em defesa dos servidores, dos trabalhadores em geral e da população”, defendeu Passos.
 
Fábio Pimentel concordou: “Ao longo de anos, o sindicalismo defendeu que não deve misturar suas atividades corporativas com política, mas isso está errado”.
 
O presidente do Sindest propôs que os servidores e suas famílias, que ele estima em 30 mil pessoas, não votem no grupo político de Paulo Barbosa, nas eleições para prefeitura e câmara deste ano.
 
“Temos que utilizar nosso poder de pressão e exigir dos governantes que administrem as cidades em defesa dos interesses da maioria e não de grupos empresariais”, disse Fábio.
 
Os sindicalistas também criticaram a intenção da prefeitura de retorno às aulas na rede municipal. E defenderam que isso só ocorra após o fim da pandemia do novo coronavírus.
 
As ‘lives’ do Sindest, sempre mediadas pelo jornalista Willian Ribeiro, às 21 horas de sextas-feiras, vêm alcançando audiências também em outras categorias.